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O naufrágio da Síria

De   /  10/04/2017  /  Sem comentários

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Mesmo com a sofisticada tecnologia e a elevada rapidez em que a informação se propaga, mesmo assim o ser humano tem dificuldades de enxergar ou reconhecer fatos comprovados.

Sem Deus

Um desses fatos é negar a existência de Deus e seus valores. Todos que tentaram, colheram amargas e destrutivas consequências. Os nazistas tentaram, e colheram amargamente destrutivas consequências. Os comunistas, também, tentaram, e fizeram e fazem a mesma colheita. Sem Deus, a tragédia é certa. Quando foi inaugurado o famoso Titanic, considerado o maior navio na época, foi saudado com as célebres palavras: “Nem Deus afunda este navio”.

O navio afundou, produzindo o que é hoje apregoado como o maior afundamento da história moderna.

Quem podia, escapava. Assim, centenas de milhares de refugiados sírios tentam fugir o mais rápido possível para zonas da Europa fora da esfera da Ásia Ocidental. Os civis árabes estão conscientes de que essa é a única esperança de escapar do destino certo de morte, escravidão e estupros em massa nas mãos dos grupos terroristas Islâmicos.

Estado Islâmico

Aqueles que não conseguem fugir se tornam vítimas dos caprichos e crueldades dos militantes cruéis do Estado Islâmico (também conhecido como Isis), onde mulheres e meninas são condenadas a torturas sexuais.

O afundamento da Síria

O desprezo a Deus sem cultuar a União tornou-se possível à falta de compaixão por civis indefesos. O afundamento da Síria traz, inevitavelmente, à lembrança, de maneira acentuada, o desrespeito aos direitos humanos mais básicos do básico. Nos faz lembrar do Titanic.

Imagem da destruição

Será mesmo necessário manter o afundamento da Síria?  Se sim, parece-me que a insistência desse naufrágio no mundo atual, parece ter o propósito exclusivo de acobertar o fato de que o verdadeiro e único maior naufrágio da história foi provocado pela covardia de homens movidos por uma ideologia sem Deus. A verdadeira imagem da destruição humanitária protegida pela brutalidade do homem em suas ações.

Bombas atômicas

Eles chamam o presidente da Síria de monstro e assassino – certamente esqueceram-se de que jogaram bombas atômicas em cima dos olhinhos puxados, configurando assim, a maior monstruosidade da historia da humanidade; o presidente sírio é fichinha se comparado com esse episodio.

Deprimente as explicações

A Síria não está em guerra civil. O país foi invadido por terroristas da Al Qaeda, Hamás, Jihadista, e, nenhum terrorista do EI é sírio. Bashar Al Assad é adorado pelo povo, porém ele é minoria Alawita odiado pelos sunitas que nunca aceitaram um Alawita no poder. A guerra é um jogo de poder geográfico que inclui todos os governos mundiais. Que querem o território de outra forma, algo já teria sido feito para por fim a esta guerra. Preferem receber refugiados miseráveis do que colocar fim ao terrorismo. Não percebem que isto é um jogo do Ocidente contra o Oriente? E pior, apoiados pelos países do golfo os mais ricos, todos aliados e que, diga-se de passagem, não recebem nenhum refugiado.

– Os muçulmanos adoram o Deus de Noé, Abraão, Moisés, Davi e Jesus – que um dia a paz possa reinar sobre eles e que “Allah” tenha piedade de todos.

*(Edilson Neves, jornalista, diretor e Editor do Jornal Correio de Notícias de Rondônia/Registro DRT/0001047/RO)

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  • Publicado: 6 meses atrás, em 10/04/2017
  • De:
  • Última modificação: abril 10, 2017 @ 3:10 pm
  • Arquivado em: Colunas, Edílson Neves

Sobre o autor

Mictmr1964

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