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“Quem você libertaria, Jesus ou Barrabás?”

De   /  17 de abril de 2017  /  Sem comentários

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Neste mundo conturbado em que vivemos, existem pessoas que dizem o que sabe, mas, não sabe o que diz. Exemplo disso é o ex-presidente Lula ao se defender das acusações proferidas a ele  pelo delator “Marcelo Odebrecht”. Lula disse que, “Se tem uma coisa que ele se orgulha, neste País, é que não tem uma viva alma mais honesta do que ele. Nem dentro na Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica e muito menos na igreja evangélica. Pode ter igual, mas ele duvida”, como diz o velho ditado; o sábio diz o que sabe, e o tolo não sabe o que diz.

Mentira

Já, o prefeito de São Paulo, João Doria chamou o ex-presidente Lula de “sem-vergonha”, “mentiroso” e “covarde”. Particularmente acho que Doria exagerou. O ex-presidente Lula pode ser “sem-vergonha”, “covarde”, mas “mentiroso” já mais… Ao afirmar que o sitio e o tríplex não eram dele, e sim de um amigo, o tempo todo ele falou a verdade; ele disse que, o tríplex era do Amigo, o sítio era do Amigo, e o dinheiro era do Amigo! hora, segundo o delator, Lula tinha o codinome “Amigo” em planilhas da Odebrecht. Ou seja, ele é o “Amigo” e nesse caso nunca mentiu…

Eu não sou um profeta, nem filho de profeta… mas o SENHOR me disse: Vai, e profetiza ao povo Brasileiro.

A história da crucificação de Jesus é talvez o exemplo mais dramático e cruel de todos os tempos perante a humanidade em que se pode presenciar.  A multidão foi incitada pelos sacerdotes para crucificar Jesus, o Senhor da verdade.

Prisão

Nos dias de hoje, nos encontramos completamente frustrados quando grande maioria daqueles que colocamos no poder para nos representar e ate mesmo nos defender, alguns se encontram presos e a grande maioria ameaçados de ir para cadeia a qualquer momento, implicados pelos crimes semelhantes aos de Barrabás.

Crucifica-o

O povo de Jerusalém se deixaram levar pela tradição; deu ouvidos aos sacerdotes. Da mesma forma, hoje em dia acredito que multidões se deixariam ser levados por celebridades corruptas como o “Molusco amigo”, a mulher “sapiens” e por tantos outros interesseiros malfeitores como Caranguejo, Soneca, Feio, Maçaranduba, Alemão e tantos outros, esses são alguns   codinomes dos malfeitores. A natureza humana continua a mesma que naquela época terrível, quando a multidão freneticamente  virou-se contra Jesus e gritavam: “Crucifica-o!”, “Crucifica-o!

Pilatos

Vemos em Pilatos a mesma oscilação de emoções e a mesma conduta extrema. Ele queria soltar Jesus. Até teve o impulso emocional da esposa, que reconheceu que Jesus era justo e disse ao marido que não se envolvesse naquilo. Em seguida Pilatos perguntou à multidão: “Que mal este Homem fez?”. Nesse momento, Pilatos começa afirmando que Jesus é inocente e acaba concedendo a sentença de morte que a multidão exigia. A pressão da multidão, levou Pilatos a entregar o nosso precioso Rei.

Quantas vezes oscilamos entre o nosso desejo de servir a Deus e o desejo de agradar as pessoas ou ser aceito por elas?

Mas, Deus é glorioso em bondade e em justiça e nos dá sempre a oportunidade de, ainda hoje, fazermos essa escolha, de escolhermos entre Jesus e Barrabás. Mesmo depois de tanto tempo é-nos dada a chance de sermos cristãos verdadeiros, diferentes daqueles que condenaram Jesus. Será?

Jesus ou Barrabás

E é sobre isso que gostaria de falar aos nossos leitores, sobre essas escolhas que ainda nos é permitido fazer: Jesus ou Barrabás? Quando olhamos para a história vemos a oportunidade que eles tiveram (Pilatos os questiona por duas vezes para ouvir suas decisões).

Corrupto e o honesto

Será que essa oportunidade foi dada somente na época de Pilatos? Será que somos questionados ainda hoje quanto às nossas decisões? Será que hoje somos questionados, entre o corrupto e o honesto?

Escolhas

Certamente, todos os dias e em vários momentos dele somos questionados quanto às nossas escolhas. Seja em nossa casa, em nosso trabalho ou na sociedade em que vivemos. A todo o momento os cristãos são questionados a escolher entre o errado e o certo.

Mas eu pergunto: Será que sempre escolhemos o certo? Será que nossas escolhas quando somos questionados são a mesma que fez aquele povo? Ainda hoje somos questionados e, temos a oportunidade de escolher e anunciar o nome do escolhido. Será que, hoje em dia da mesma forma o povo deixaria ser levado pelos corruptos; daria ouvidos aos próprios interesses?Acredito que sim, seriam levados por celebridades como o “Molusco” amigo, a Mulher “sapiens” e por tantos outros malfeitores.

Bolsistas

Neste contexto, vejo que a natureza humana continua a mesma que naquela época terrível, Se hoje colocassem ao povo a mesma escolha entre Lula e o Papa Francisco por exemplo, quem você acha que o povo escolheria? Certamente a pressão de milhões de bolsa família freneticamente Crucificariam Francisco.

Influencia

Quando refletimos sobre essa passagem, fica claro para nós sobre a influência que aquele povo recebeu de algumas pessoas para optar por Barrabás e negar a Jesus. Quantas vezes em que alguns momentos de nossas vidas, da mesma forma, tentam nos influenciar em nossas escolhas, para escolhermos por Barrabás. Não é verdade? Mesmo sem sabermos quem e quais são eles entre nós. Porém a todo o momento somos tentados a escolher entre o errado e o certo, somos influenciados a negar as coisas de Deus e de certa forma, negar a nós mesmos.

Inocentes

Enfim, todos se julgam inocentes, se sentem acusados e caluniados injustamente e falsamente por delatores mentirosos, destruindo sua paz e suas reputações, destruindo suas tranquilidades, os levando ao calvário da crucificação.

Julgamento 

Faço aqui, senhor, um apelo para que tome uma iniciativa, e intervenha a fim de julgar o caso desses inocentes. Eles estão sofrendo terrivelmente pela língua caluniosa dos seus inimigos, e da Lava-Jato em particular. “Mostra a Tua grandeza, senhor, contra a fúria dos adversários!” Isso demonstra claramente que os seus inimigos querem destruí-los, e estão ferozmente contra eles.

Para refletir:

Conta uma lenda que um dia os animais perguntaram, desafiando a serpente:

 – O leão, disseram eles, atira-se contra a presa, mata-a e devora-a. O lobo estraçalha a ovelha que lhe serve de alimento. O tigre, quando faminto ataca o carneiro e arrasta-o para o seu covil. Mas você, malvada serpente, o que faz? Pica a sua vítima e transmite o veneno para ela. Ora, que proveito você tira da sua perversidade peçonhenta?

Contorcendo-se, responde a serpente:

– Nada espero dos golpes venenosos que eu aplico. Do mal que faço, não tiro o menor proveito. “Sigo traindo, envenenando, semeando a dor e a morte, mas não sou pior que o caluniador”.

*(Edilson Neves, jornalista, Diretor e Editor do Jornal Correio de Notícias de Rondônia, Registro DRT/0001047/RO)

 

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  • Publicado: 1 mês atrás, em 17 de abril de 2017
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  • Última modificação: abril 18, 2017 @ 12:09 am
  • Arquivado em: Colunas, Edílson Neves

Sobre o autor

Mictmr1964

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