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Calças na mão

De   /  05/05/2017  /  Sem comentários

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Fraude

Tem uma rede de televisão de Rondônia que foi apanhada com as calças na mão. Flagrante mesmo. Por conta disso teve que assinar um termo aceitando devolver dinheiro para órgãos públicos.  Com isso faltou grana para cobrir as despesas e agora o diretor comercial está fazendo uma pressão que beira a tentativa de achaque.

Bonzinhos?

E não pense que o pessoal da tal telinha é legal. Na verdade, a rede de televisão não é flor que se cheire. O dinheiro está sendo devolvido porque a turma foi obrigada. Muitas horas de filmagem comprovam que propaganda não foi veiculada em diversas emissoras do interior. Mas a direção da TV alegou que passou os comerciais. Por conta disso, recebeu.

Injustificável

Comprovado que a direção da rede de televisão meteu a mão em dinheiro alheiro, um diretor assinou um documento se comprometendo a devolver a grana, usando termos técnicos para tentar justificar o injustificável. Acontece que diversos fatores mostram que pode ter havido má intenção mesmo.

Sem sinal

Em determinada cidade, no sul do Estado, o sinal da emissora não era transmitido há um ano, mas mesmo assim a direção da rede apresentava nota fiscal alegando que tinha exibido o comercial. Há filmagens mostrando a fraude. Também há depoimentos de pessoas conhecidas na cidade, dizendo que lá não passa nada daquela rede de televisão.

Empresas

A pergunta é a seguinte: será que o pessoal da emissora enganou somente órgãos públicos? Será que foram passados os comerciais de empresas privadas, como redes de supermercados, que negociam diretamente em Porto Velho, para que a propaganda seja exibida em todo o Estado? Os empresários deveriam ter acesso ao documento em que a televisão admite a “falha”, para também pedir seu dinheiro de volta.

Criticas

Em discurso no Plenário do senado nesta quinta-feira (4), o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) criticou a política econômica e fiscal do atual governo federal que, em sua avaliação, se aliou ao mercado financeiro e aos banqueiros, favorecendo apenas aos especuladores capitalistas e grandes corporações transnacionais.

Lucros

Acir, afirma que, os lucros dos bancos foram astronomicamente crescentes no primeiro trimestre. Segundo os números que ele mesmo apresentou, o Bradesco cresceu 13%, o Santander 10,8% e o Itaú, 20%. O lucro das três instituições somam mais de R$ 18 bilhões no período, enquanto a produção industrial recuou 1,8% entre fevereiro e março.

Memoria Curta

“O senador Acir Gurgacz tem a memória muito curta, ou aposta todas as fichas na memória curta do Brasileiro”. Ate porque dizem que é graças a esse “problema de memória” que políticos corruptos continuam se reelegendo.

Sem partido

Primeiramente quero dizer que: “Não sou peemedebista, petista e muito menos peessedebista”, às vezes pareço ser bicudo, mas não sou Tucano.

Últimos 12 anos

Gostaria de refrescar um pouquinho a memória do nobre senador: As instituições financeiras lucraram 279,9 bilhões de reais durante todo o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contra 34,4 bilhões de reais durante mandato de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, ou seja, oito vezes mais. Os números constam em levantamento feito pelo jornal Valor Econômico com base em dados dos 50 maiores bancos Brasileiros. “nunca os banqueiros ganharam tanto dinheiro”. Contudo, no governo Dilma, o lucro nominal dos bancos foi de 239,9 bilhões de reais.

Vencendo

No entanto, a presidentA terminaria seu segundo mandato vencendo seus antecessores Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso: nunca na historia do Brasil os bancos lucraram tanto.

Recordação

Sem dúvida existe essa falha de não se acompanhar o desdobramento dos fatos. Como eu disse, o povo tem memória curta, a imprensa deveria assumir realmente o papel de instrumento de recordação, recapitulando histórias e cruzando informações. De vez em quando, isso até é feito, mas a dinâmica jornalística impõe uma velocidade e uma fugacidade às notícias que o que hoje é relevante e está nas telas e páginas de jornais de todo país, amanhã pode ser jogado dentro da vala comum das informações ultrapassadas. Criando-se a falsa impressão de que somente o aqui e agora é que tem importância, quando a coisa não é bem assim.

Conivente

“O mais engraçado é, que, Acir não criticava o governo passado, que é a continuidade do atual governo. Ou se fazia de cego, surdo ou era conivente com a esculhambação que estava acontecendo no país e hoje critica a política econômica do atual governo.

*(Edilson Neves, jornalista, diretor e Editor do Jornal Correio de Notícias de Rondônia, Registro DRT/0001047/RO) edilsonpvh39@hotmail.com 

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