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Assembleia Constituinte da Venezuela ratifica Maduro como presidente

De   /  11/08/2017  /  Sem comentários

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Venezuelan acting president Nicolas Maduro Aperta o punho depois de ter sido preso como presidente interino, em Caracas, em 8 de março de 2013. Maduro assumiu o cargo de presidente em exercício em uma cerimônia rejeitada pela oposição após uma lágrima de despedida de Hugo Chávez durante um fervor de Estado incansável para o esquerdista . AFP PHOTO / Juan Barreto

A Assembleia Nacional Constituinte (ANC) da Venezuela confirmou nessa quinta-feira o presidente do país, Nicolás Maduro, como chefe de Estado, de governo e como comandante em chefe da Força Armada Nacional Bolivariana, horas depois de ele se colocar à disposição do órgão. A informação é da Agência EFE.

A decisão de ratificar Maduro como presidente foi tomada por unanimidade e apresentada, durante sessão especial, pelo deputado constituinte Aristóbulo Istúriz.

O documento assinado diz que Maduro “cumpriu cabalmente todos os seus deveres e obrigações constitucionais” e que, além disso, é “suporte fundamental” para as decisões da Constituinte e “uma garantia para o atual processo democrático de transformação integral” do país.

A Assembleia Nacional Constituinte fez sua terceira sessão plenária com uma convocação especial que contou com a presença de Maduro, a quem foi entregue um acordo em apoio aos ataques “imperialistas”.

Durante a sessão no Palácio Legislativo, Maduro fez um discurso de aproximadamente três horas e entregou seu projeto de Constituição que, segundo ele, é o mesmo do presidente Hugo Chávez.

Com atribuições quase ilimitadas, a Constituinte foi eleita no dia 30 de julho e tem mais de 500 integrantes, todos eles vinculados ao governo e que se ocuparão de refundar o Estado. Ela foi rejeitada pela oposição venezuelana, além de não ser reconhecida por boa parte da comunidade internacional.

A ANC tem poder para destituir e nomear qualquer autoridade do Estado venezuelano, ditar e reformar leis e implementar decisões sem a necessidade do aval de qualquer outro poder, como ocorreu com a polêmica destituição da agora ex-procuradora-geral Luisa Ortega, que entrou em rota de colisão com Maduro.

– Da Agência EFE

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  • Publicado: 4 meses atrás, em 11/08/2017
  • De:
  • Última modificação: agosto 11, 2017 @ 11:09 am
  • Arquivado em: Mundo

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