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Mistério da paralisação do hospital Heuro ainda sucinta novas investigações

De   /  11/01/2018  /  Sem comentários

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Porto Velho, RO – É risível a posição do governador Confúcio Moura ao não prestar esclarecimentos plausíveis à população com relação à construção do Hospital de Urgência e Emergência (HEURO), uma das mais de 100 promessas de campanha ainda não cumpridas nos dois mandatos do peemedebista.

Obras paralisadas ao menos cinco anos, o governo moveu céu, terra, água e ar para o anúncio da ‘grande obra da sua passagem’ pelo então Palácio Presidente Vargas. O tempo passou e a era Confúcio chega ao fim a partir de abril.

Enquanto isso, as promessas eleitoreiras não são cumpridas, mas Confúcio já deu inicio a novos ‘voos’ rumo em sua caminhada ao Senado. Inclusive com a pretensão de mudar de Partido e juntar-se ao ‘ninho’ do vice-governador, Daniel Pereira (PSB), prognóstico é de autoria do advogado João Lemes Soares.

Com relação ao Hospital de Urgência e Emergência de Porto Velho (HEURO), ‘o projeto apresentou falhas estruturais gravíssimas e o governo do Estado pagou duas vezes pelo mesmo serviço’, garantiu um interlocutor próximo à Casa Civil.

O atraso nas obras no âmbito do governo, na esfera da saúde teve seu epicentro, antes, porém, no caso do hospital de Ariquemes em que o governador tentou emplacar um ‘amigo de infância de Brasília’, Elson Ribeiro e Pólvoa, ex-presidente do Sindicato da Construção Civil (SINDUSCOM), o que já o fez está envolvido com a Polícia pela quinta vez consecutiva.

Tanto o caso do HEURO quanto do Hospital de Ariquemes só vieram à tona graças a denúncias atribuídas a um vereador e ao empresário Giuliano Borges da Construtora ENGECON que investigou a Empresa Técnica de Brasília. Ele descobriu que o acervo do empreendimento (obras realizadas) não passou de ‘obras de papel’.

No caso da construção do Hospital de Urgência e Emergência HEURO, o dono da ENGECON só não foi ‘rifado’ do processo licitatório, segundo grampo da Polícia Federal no telefone de Antônio de Oliveira Furtunato Neto, assessor-chefe do governador, segundo a dupla, ‘porque Giuliano conhece o jogo e faria um escândalo na mídia ou no Ministério Público’.

Em síntese, segundo pensamento de consultores ouvidos por este site ‘apesar do gabinete do diretor do DER apontar que não houve qualquer irregularidade na execução da obra do HEURO’, a questão maior é o que atesta os grampos da PF, tanto na escuta ao governador quanto no de Fortunato Neto’.

Para eles, com obras paralisadas ao menos cinco anos, o HEURO de Porto Velho ‘pode trazer à baila uma possível nova linha de investigação caso a parceria entre o ex-prefeito Mauro Nazif e Confúcio Moura seja investigada’, vez que vários pontos dessa relação com a execução do projeto não foram explicadas à contento’.

– Essa relação município e o Estado rondoniense motivou a Policia Federal deflagrar a ‘Operação Murídeos’ cujo foco se ateve apenas ao governo Confúcio Aires Moura, apontaram consultores de parte da indústria da construção civil neste Estado.

– Xico Nery/CNR

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  • Publicado: 3 meses atrás, em 11/01/2018
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  • Última modificação: Janeiro 11, 2018 @ 5:22 pm
  • Arquivado em: Destaques

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Mictmr1964

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