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Opinião de Nilton Salina: Lideranças religiosas estão reclamando, com razão, da criação do Conselho LGBTTT

De   /  09/05/2018  /  Sem comentários

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Lideranças religiosas estão reclamando com razão da aprovação da criação do Conselho LGBTTT. Daqui a pouco algum maluco vai propor a criação de algum conselho defendendo os direitos dos héteros. Acontece que, independente da opção sexual, é preciso haver mecanismos para assegurar a defesa do cidadão de bem. Não vamos falar em uma turma que defende os chamados direitos humanos, porque alguns desses merecem uma surra de fio.

Direitos

Tem uma turma que diz defender os direitos humanos que parece estar a serviço de bandidos e vagabundos, pisando naqueles que trabalham duro para garantir o próprio sustento. Gostaria de ver esse pessoal levando para a casa deles um dos marginais que costuma defender, somente para ver o que acontece.

Vereadores

E por falar em gente de reputação duvidosa, a Câmara de Vereadores de Porto Velho parece ser vista por muita gente como um covil de ladrões. Prova disso são os comentários em redes sociais sobre a aprovação da privatização da saúde, através das organizações sociais. A cobrança em cima de alguns vereadores tem sido forte. Se tivessem vergonha na cara, alguns nem sairiam de casa.

Votos

O problema é que o eleitor parece votar com a barriga, por isso elege vereadores destemidos, que em vez de usar creme de barbear deveriam utilizar óleo de peroba. A falta de conscientização de alguns eleitores é impressionante, caso contrário haveria gente melhor na Câmara de Vereadores.

OSs

Quanto à entrega da estrutura de saúde pública a organizações sociais, as chamadas OSs, o Conselho Estadual de Saúde (CES) deverá agir. Nada contra a iniciativa privada administrar unidades de saúde, desde que o empresário meta a mão no bolso, adquira o imóvel e deixe-o estruturado. Mas isso pouca gente quer. Melhor pegar o que está pronto, não é?

Alegações

As alegações de que entregar o sistema às OSs, porque é difícil colocar alguns profissionais de saúde para trabalhar não cola. Se não trabalham, que o Ministério Público seja acionado, que aconteçam demissões. Um secretário de pulso consegue resolver esse problema, desde que tenha autonomia para trabalhar.

Nilton Salina é jornalista político em Rondônia

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  • Publicado: 2 semanas atrás, em 09/05/2018
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  • Última modificação: Maio 9, 2018 @ 11:27 am
  • Arquivado em: Colunas

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