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G7 começa no Canadá com Estados Unidos isolados do grupo

De   /  08/06/2018  /  Sem comentários

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O presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, o primeiro ministro canadense Justin Trudeau, a chanceler alemã Angela Merkel, o presidente dos EUA Donald Trump, o primeiro ministro italiano Paolo Gentiloni, o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, a primeira-ministra Theresa May e a Comissão Européia Presidente Jean-Claude Juncker posaram para uma foto de família durante a cimeira do G7 em Taormina, Sicília, Itália, 26 de maio de 2017. REUTERS / Tony Gentile

 

A cidade de Quebec, no Canadá, sedia hoje (8) e amanhã a Cúpula do G7, o encontro dos representantes dos sete países mais industrializados do mundo. A reunião, este ano, está marcada pelo isolamento do presidente norte-americano, Donald Trump, que se indispôs com o Canadá e a União Europeia ao impôr, no mês passado, tarifas às importações de aço e alumínio. O tema será examinado pelos líderes, que discutirão também a saída dos Estados Unidos (EUA) do Acordo de Paris e do acordo nuclear com o Irã, o combate à evasão fiscal e as relações com a Rússia e Coreia do Norte.

Os países pertencentes ao G7 são a França, o Canadá, os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha, Itália e o Reino Unido. A Rússia foi suspensa do grupo em 2014, após a anexação da Crimeia. Os presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia são convidados e representam a União Europeia nas cúpulas anuais. A presidência do grupo, que atualmente pertence ao Canadá, é rotativa e varia anualmente.

O encontro é uma oportunidade para os líderes tratarem de alguns dos problemas globais mais desafiadores da atualidade. A reunião deste ano promete ser igualmente desafiadora. Em um contexto de isolamento político de Trump, líderes como o francês Emmanuel Macron e o canadense Justin Trudeau já vislumbram que não haverá consenso sobre temas como aquecimento global e tarifas comerciais.

Acordo nuclear

Além do mal-estar causado pelas tarifas impostas sobre o aço e alumínio, Trump criou animosidades com a França, Alemanha e o Reino Unido após anunciar, em maio, a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã. Apesar de a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) ter declarado que o Irã seguia as determinações previstas no acordo, que impedem o país de desenvolver armamento nuclear, Trump decidiu sair e reestabelecer sanções ao país.

Os países europeus ficaram com a tarefa de tentar manter o Irã no acordo, receosos de uma escalada do conflito e de uma possível guerra na região. O Irã anunciou, esta semana, que vai retomar o enriquecimento de urânio.

O tema deverá ser debatido na cúpula do Canadá.

– Por Marieta Cazarré – Agência Brasil  undefined

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  • Publicado: 2 semanas atrás, em 08/06/2018
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  • Última modificação: junho 8, 2018 @ 8:18 am
  • Arquivado em: Mundo

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