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Coletivo de advogados ligado ao PT pede prisão de Sérgio Moro em flagrante

De   /  10/07/2018  /  Sem comentários

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O coletivo intitulado Advogadas e Advogados pela Democracia, grupo de profissionais do Direito ligado ao PT, protocolou neste domingo (8) no Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF-4), sediado em Porto Alegre, um pedido de prisão em flagrante do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba, e do diretor da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Roberval Drex. Eles são acusados pelo coletivo de descumprimento de decisão judicial, uma vez que está pendente de decisão a segunda ordem de soltura para o ex-presidente Lula expedida pelo desembargador Rogério Favreto durante o plantão judiciário de hoje. O primeiro deles foi barrado pelo colega de tribunal João Pedro Gebran Neto.

Os advogados apontam a pronta atuação de Sérgio Moro, que está de férias, no sentido de obrigar a Polícia Federal a descumprir a decisão judicial. Para o coletivo, a postura de Moro já é suficiente para a detenção.

“Conforme consta do despacho da autoridade coatora, e Magistrado – notoriamente gozando férias em Portugal, e, portanto, sem jurisdição em sua própria vara, o juiz de primeiro grau ordenou que a Polícia Federal descumpra a ordem emanada por este Tribunal Regional Federal”, argumenta o pedido de prisão assinado por 14 advogados e advogadas.

O pedido é extensivo a Roberval Drex em razão de o superintendente, que responde pela Superintendência da PF em Curitiba, onde Lula está preso desde 7 de abril, também descumpriu a decisão do desembargador. Nas duas decisões, Rogério Favreto fixou prazo de uma hora para o cumprimento da soltura. A segunda, emitida às 16h04, também foi desrespeitada, e o petista continua preso na capital paranaense.

Por meio de nota (íntegra abaixo), a segunda emitida neste domingo (8) de reviravoltas no caso Lula, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que Moro “e seus parceiros” promoveram “grosseira chicana” para manter Lula preso. “É simplesmente inconcebível que a ordem de um desembargador de Tribunal Regional Federal seja desrespeitada, como quer Sergio Moro, que é de instância inferior. E é também inconcebível que a decisão do desembargador Favreto seja desconsiderada no âmbito do TRF-4 por meio de grosseiras chicanas conduzidas por Moro e seus parceiros”, diz a petista.

– Por Fábio Góis/Congresso em Foco (Última Atualização 09 jul, 2018 – 19:15)

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  • Publicado: 1 semana atrás, em 10/07/2018
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  • Última modificação: julho 10, 2018 @ 10:28 am
  • Arquivado em: Polícia

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