Chefes invejosos se articulam para acabar com IDEP

“Isso seria um tiro no pé de quem vai governar Rondônia”

Conviver neste mundo tão tumultuado por injustiças e maldades realmente não é fácil para quem quer que seja, o ciúme é um fenômeno comum e existente não só no ser humano e ate mesmo nos animais. Percebe-se que todo ser humano tem dentro de si em grau maior ou menor, um percentual de ciúmes. É inegável o potencial que cada ser possui para desenvolver o ciúme, assim como a inveja e o orgulho. 

Como explicar com exatidão a capacidade de um indivíduo destruir, magoar, machucar, querer algo que não lhe pertence e, o pior de tudo, ainda acreditar que sua conduta está dentro dos padrões de normalidade ou da necessidade de sobrevivência.

É óbvio que quando falamos sobre essas coisas que corrompem o ser humano não podemos generalizar.

Comenta-se nos andares do Palácio de Vidro “sede do Executivo estadual de Rondônia”, que membros chefes da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), estariam fazendo uma intensa movimentação junto à equipe de transição do futuro governador Marcos Rocha (PSL), na tentativa de aproveitar o momento transitório para extinguir o IDEP (INSTITUTO ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL).

Incompetência

Felizmente, parece que o sucesso do IDEP, extremante positivo, além de, extrair admiração da população, ao mesmo tempo, infelizmente vem despertado uma espécie de “ciúmes” aos olhos daqueles que já estiveram à frente da Seduc e nada fizeram. Talvez pela simples fato de incompetentes ou simplesmente por se julgarem desqualificados para oferta a população cursos de qualificação profissionalizantes.

Lobby

Informações obtidas de forma sigilosa indicam que, a motivação de acabar com o IDEP seria uma disputa interna na Seduc, pura (INVEJA) por parte de grupos que nunca fizeram nada para ajudar os cursos profissionalizantes. Segundo informações, é voz corrente entre os chefes mal-intencionados que o argumento de acabar com o instituto seria a justificativa de que o IDEP se transformou em um cabide de empregos.

Infelizmente, essa seria a justificativa invejosa, as famosas “puxadas de tapete” e a prática das condutas ilícitas, já que não têm outro argumento que justifique.

Não é à toa que o povo fala em "olho gordo", doentes e deformados são os olhos de quem não se admira positivamente com o que dá alegria aos outros. Quem não se lembra da Divina comédia de Dante, os invejosos no Purgatório, com os olhos vendados.

Tiro no pé

Nada, absolutamente nada, justifica tanta maldade. Não é possível atribuir ao institutoalgo tão mesquinho, pelo simples fato de subtrair algo. Como alguém quer acabar com um instituto que leva cursos profissionalizantes para todo estado, simplesmente por achar que ninguém faz nada? Como alguém articula uma coisa tão ardilosa dessas – aliás, não acredito que, um governo que se presa – irá ceder a caprichos tão sórdidos, seria um “tiro no pé” aí não dá, né.

Inveja

O IDEP foi criado para dar suporte nos cursos profissionalizante do estado, a SEDUC, não estava fazendo nada nesse aspecto. Hoje o IDEP, atende mais de 355 jovens na escola ABAITARÁ, (PIMENTA BUENO) e muitos jovens e adultos pelo estado inteiro, além de promover cursos profissionalizantes (PARCERIA COM O SENAC, SENAI E ETC) ainda atende indígenas e reeducados. Até entendo a SEDUC, antes essa pasta era deles e nunca apresentou resultados, na verdade nunca deu certo. Agora está dando certo, eles querem acabar. Infelizmente existem ciúmes e inveja até no setor público. É muito triste saber disso, ver algo tão bom para o estado ser alvo de disputa interna (INVEJA).

Profissionais

Com base nessas informações, seria bom os alunos observarem a movimentação desses profissionais mal-intencionados. Nem sei se poderíamos chamar de profissionais, além disso, essas figuras se apoiam em personagens enigmáticas que sempre mantêm o leitor em dúvida sobre seus comportamentos.

Veja como eles são organizados

Existe varias maneiras de como as pessoas invejosas tentam prejudicar o aquilo que funciona – Alguns chefes são tão invejosos que tentam prejudicar ate seus colegas de trabalho. Nesse caso, é importante parar e refletir. Muitas vezes eles menosprezam e até dificultam os passos de profissionais que mostram talento e que tem grande potencial de destaque. Entretanto, um bom gestor que possa inspirar sua equipe é essencial para o crescimento profissional. Infelizmente, no serviço publico muito se ver chefes de setores dentro dos governos, atuando de forma ardilosa para prejudicar projetos importantes e ate pessoas.

Desobediência

Seguindo a furada Cartilha do Politicamente Correto, chamamos o funcionário público de servidor. Talvez o mais correto seria, funcionário por desobediência. Por causa da imprecisão do termo.  Afinal, todos nós somos servidores públicos.  O professor que passa da iniciativa privada para o cargo público não se transforma num ser altruísta.  Ele continua priorizando sua carreira, seu "recheado salário" e sua estabilidade.  O vendedor ambulante está servindo ao público, os operários que constroem os prédios da cidade estão servindo a população, o jornalista que escreveu esse artigo que você está lendo esta servindo ao público.

Servidor

Só porque o sujeito extrai sua renda do imposto que você paga, e não do produto que você compra, isso não significa que ele serve mais do que seu semelhante da iniciativa privada. Sem querer generalizar, na verdade, os funcionários públicos, são exatamente, os burocratas, que menos trabalham e deveriam servir bem a população. Quase não produzem, mas sobrevivem dos tributos que pagamos, eles extraem a sua renda do setor produtivo e da sociedade. 

Burocracia

A burocratização ainda tem outros problemas menos aparentes.  O empregado do governo também é um eleitor: participa do processo político que lhe favorece. Pessoalmente acho isso errado.  Quando ele olha para o orçamento, o que você acha que ele prioriza! A responsabilidade fiscal ou o aumento de seu salário? Quando vai às urnas, qual a sua mentalidade?  A consciência do bem comum ou a garantia da sua estabilidade?

Concursos

O que esses burocratas tomam da sociedade é em geral transferência de recursos.  E para fortalecer a defesa de seus interesses profissionais, e para piorar esses funcionários públicos se fundem em grupos de interesse pessoais.  E a sociedade como um todo sai perdendo, mas a categoria profissional consegue tornar-se atraente a matricular-se em seus grupos de interesse. Atraindo cada vez mais candidatos, criando mais demanda por concursos públicos e, conseguintemente, políticos dispostos a suprir essa demanda.

(Por Edilson Neves/Editor do CNR)


Imprimir   Email

Adicionar comentário

Código de segurança
Atualizar