Bolsonaro pode ser o 1º presidente com coragem para acabar com a ''farra da publicidade''

Somente em 2017 o vergonhoso Governo Temer, tentando inverter a baixa popularidade (6%) e esquivar-se de duas denúncias do Ministério Público torrou quase R$ 800 milhões em publicidade.

O presidente Jair Bolsonaro pode ser o 1º Chefe de Estado com coragem suficiente a mexer no bolso dos grandes e familiares grupos de comunicação no Brasil que abocanham há décadas o dinheiro público,  deixando à míngua milhares de micro e pequenas empresas de comunicação que não tem dinheiro se quer para arcar com um funcionário, onde o dono é repórter, editor e fotógrafo ao mesmo tempo.

O CORREIO DE  NOTICIA DE RONDÕNIA* é a favor da democratização das verbas publicitárias do Governo Federal e que sejam direcionadas a todos os veículos de comunicação e divididas em partes iguais,  gerando emprego, renda e promovendo a verdadeira democratização.

Ao afirmar que uma imprensa livre é garantia de democracia no país, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende democratizar as verbas publicitárias e rever o método de liberação desses recursos. Segundo ele, essas verbas não vão privilegiar determinadas empresas.

As declarações foram feitas durante cerimônia de posse dos presidentes dos bancos públicos, ontem (7).

Mais cedo, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto Santos Cruz, também falou sobre o assunto. Disse que o governo deve estar aberto à imprensa, fornecendo dados e informações para o combate à corrupção. Segundo o ministro, é a imprensa que tem um importante papel no combate a irregularidades.

A declaração foi feita em entrevista ao site do Planalto. O ministro Santos Cruz explicou também como serão os trabalhos em diversos setores da presidência.

A Secretaria de Governo, por exemplo, vai cuidar do relacionamento com prefeitos e governadores; e a Secretaria de Articulação Social é o canal por onde os segmentos da sociedade podem ter acesso à Presidência.

Já a articulação política, a relação com Congresso, está a cargo da Casa Civil, sob os cuidados do ministro Onyx Lorenzoni.

(Reuters/Adriano Machado / EBC/Kariane Costa)

*NOTA DA REDAÇÃO CNR


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