Supermercados desperdiçam R$ 3,9 bi em alimentos por ano, diz Abras

Os supermercados brasileiros desperdiçaram, no ano passado, o equivalente a R$ 3,9 bilhões em frutas, legumes e verduras e produtos das seções de padaria, peixaria e açougue. Na comparação com 2016, houve queda de R$ 54.2 milhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na capital paulista.

Deputados autorizam governador a reparcelar dívida do Beron em 240 meses

A Assembleia Legislativa aprovou ontem (14) em votação simbólica o Projeto de Decreto Legislativo 353/18, que autoriza o governo do Estado, a proceder o alongamento da dívida do extinto Banco do Estado de Rondônia (Beron) em 240 meses.

Varejo paulista elimina 5.808 postos de trabalho formal em junho

O comércio varejista no Estado de São Paulo eliminou 5.808 empregos com carteira assinada em junho, resultado de 67.039 admissões e 72.847 desligamentos, o pior resultado para o mês desde 2015. Com isso, quase 34 mil vagas foram fechadas no primeiro semestre. Assim, o varejo paulista encerrou o mês com um estoque de 2.055.480 empregos formais, leve alta de 0,2% em relação a junho de 2017. No acumulado de 12 meses, o saldo é positivo em 3.254 vagas.

Perícia enviada ao STF revela pagamento de 50% da dívida do Beron

O procurador-geral do Estado, Juraci Jorge, participou ontem (14) junto com o secretário de Finanças, Franco Ono, da audiência da Comissão Geral do Legislativo instalada para que fossem feitos novos esclarecimentos sobre o montante da polêmica dívida do Banco do Estado de Rondônia (Beron) com a União.

Contribuinte que está no 3º lote do IR 2018 recebe hoje restituição

O crédito bancário para mais de 2,8 milhões de contribuintes, contemplados no terceiro lote de restituição do Imposto de Renda (IR) 2018, será feito hoje (15). A consulta foi aberta no último dia 8. O lote inclui restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

Banco da Amazônia lança Editais de Patrocínio 2019

O Banco da Amazônia lançou nesta segunda-feira, dia 13 de agosto, os três editais de patrocínio 2019 da Instituição, voltados a projetos nas áreas de cultura, meio-ambiente, social, de esportes e de eventos, incluindo a realização de feiras e exposições.

Prazo para agendamento de perícia médica no INSS termina hoje

Segurados podem ter benefícios suspensos se consulta não for marcada

Termina hoje (13) o prazo para que mais de 178 mil segurados do auxílio-doença e aposentados por invalidez agendem as perícias médicas de revisão dos benefícios. De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o agendamento pode ser marcado pelo telefone 135 até às 22h, último horário de funcionamento do serviço. Não haverá prorrogação desse prazo, segundo o governo.

Mercado Financeiro Espera por Manutenção da Selic

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 6,5%, nesta semana. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reúne-se amanhã e quarta-feira (1º) para definir a Selic.

Em suas duas últimas reuniões, o Copom optou por manter a taxa em 6,5%, depois de promover um ciclo de cortes que levou ao menor nível histórico. Para o mercado financeiro, não deve haver alteração na Selic até o fim deste ano. Em 2019, a taxa deve subir e encerrar o período em 8% ao ano.

 

Para este ano, o centro da meta de inflação é 4,5%, o que pode beneficiar o consumo. Para 2019, a previsão é 4,25% (Arquivo/Agência Brasil)

A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Juros altos

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Em 2018, o centro da meta de inflação é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Para 2020, a meta é 4% e, para 2021, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

A estimativa de instituições financeiras para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país) este ano permanece em 4,11%. Para 2019, a projeção segue em 4,10. Também não houve alteração na estimativa para 2020 e 2021, que é 4%.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é mantida em 1,50% neste ano há duas semanas seguidas.

Para 2019, a estimativa segue em 2,50% há quatro semanas consecutivas. As instituições financeiras também projetam crescimento de 2,50% do PIB em 2020 e 2021.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim deste ano e de 2019.

– Fonte Mercado financeiro