Descoberto, na Penitenciária Federal de Porto Velho, plano terrorista para explodir prédios públicos

A Penitenciária Federal de Porto Velho é a terceira penitenciária do tipo no País, possui uma área de 12,7 mil metros quadrados, divididos em quatro alas.

 PF descobre na Penitenciária Federal de Porto Velho plano terrorista para explodir prédios públicos e linhas de transmissão de energia

A Polícia Federal em conjunto com o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), deflagrou nesta quinta-feira (11) as Operações Pé de Borracha e Morada do Sol visando desarticular organização criminosa que atuava do interior da Penitenciária Federal de Porto Velho/RO.

A Penitenciária Federal de Porto Velho é a terceira penitenciária do tipo no País, possui uma área de 12,7 mil metros quadrados, divididos em quatro alas.

A ação consistiria na implantação de uma carga de 50kg (cinquenta quilos) de explosivos plásticos do tipo C-4 em um veículo a ser estacionado dentro das dependências do Departamento Penitenciário Nacional na cidade de Brasília/DF, local onde funciona toda a estrutura administrativa do órgão, mais especificamente em seu subsolo, visando ocasionar maiores danos, sem, contudo, deixar qualquer rastro de impressões digitais como forma de impossibilitar a identificação do responsável, o qual deveria se disfarçar para não ser identificado pelas imagens dos circuitos internos de segurança.

Após, realizariam uma ligação anônima à direção do DEPEN informando da presença do veículo no local, no qual havia um manifesto contendo uma série de reivindicações que deveriam ser cumpridas pela direção do Departamento Penitenciário Nacional no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Embora anônimo o manifesto, deixariam claro que teria sido redigido por uma facção rival, como forma de se eximirem de responsabilidades.

Caso não fossem atendidas suas demandas, realizariam os ataques com a mesma carga explosiva em 05 (cinco) das principais capitais, explodindo prédios públicos e linhas de transmissão de energia, como forma de causar caos e pânico no país.

O plano criminoso seria colocado em prática em conjunto com a denominada Operação MORADA DO SOL, que consistia, basicamente, no sequestro, tortura e assassinato de agentes públicos, como forma de pressionar o Governo Federal e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) a reestabelecer as chamadas visitas íntimas no âmbito das Penitenciária Federais, suspenso desde julho do ano de 2017.

(Fonte: Com informações da Assessoria de Imprensa)                             0


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