Governo autoriza reabertura de igrejas e templos e demais espaços religiosos

De agora em diante, as igrejas estão na lista de atividades essenciais, Conforme o decreto sancionado pelo estado.

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Sancionada PL que define igrejas como atividade essencial

O governo de Rondônia sancionou o decreto de lei Lei nº 4.791, que defini o trabalho das igrejas como atividade essencial em tempos de calamidade pública. A partir de agora, igrejas, templos e salões religiosos de todos os credos poderão reabrir no Estado, com público limitado a 30%. Dirigentes louvam a medida, mas se mantêm na expectativa da estabilidade da ocorrência da Covid-19, para em seguida retornar às celebrações regulares.

Suas direções devem se submeter às regras técnicas do Plano “Todos por Rondônia”, que estabelece regras sanitárias e de segurança que deverão ser seguidas.

Desde abril, a maioria das grandes igrejas produziu lives para orientar e animar seus fiéis. Atividades on-line preenchem a programação. A expectativa que até então se manifestava entre seguidores de diversos credos se tornou dependente do maior controle da disseminação do novo coronavírus.

A Igreja Às Nações permanecerá com sua programação on-line neste próximo domingo, informa a Pastora Araelise Neves. O templo na Rua Raimundo Cantuária, no Bairro Mato Grosso, em Porto Velho, deverá seguir protocolos e prevenções em vigor.

“Somos Igreja, Corpo de Cristo, e cuidamos de vidas. O coração de Deus pulsa por vidas, e nós todos aqui precisamos nos sentir bem e derramar esse bem sobre os demais irmãos”, justifica a pastora.

A lei foi proposta pelo deputado estadual Alex Silva, em uma das pautas na assembleia legislativa de Rondônia.

O QUE DIZ A LEI Nº 4.791

A Lei nº 4.791, de 16 de junho de 2020, Art. 1° estabelece as igrejas e os templos de qualquer culto como atividade essencial em período de calamidade pública no Estado de Rondônia, sendo vedada a determinação de fechamento total de tais locais.

Parágrafo único: Poderá ser realizada a limitação do número de pessoas presentes em tais locais, de acordo com a gravidade da situação e desde que, por decisão devidamente fundamentada da autoridade competente, devendo ser mantida a possibilidade de atendimento presencial em tais locais.

Fonte: Secom

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