Paciente renal coloca em xeque Call center da Semusa

Segundo apurou a Reportagem, um membro da família estava suspeito de estar contaminado e que a contaminação teria,..

Porto Velho, RO – Famílias reclamam do atendimento do call center em Porto Velho e apelam para que a secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) estenda o horário de atendimento à população em tempos de pandemia do novo coronavírus de 8h as 18h.

A medida vai de encontro com à propaganda da Prefeitura divulgado na mídia corporativa que o Portal Call Center e outros meios de chamadas públicas da Secretaria de Saúde (SEMUSA) funcionam 24 horas, ininterruptamente.

Segundo as famílias que residem na Rua Marineide – que pediram para não ter a identidade revelada -, além da falta de material de expediente, o Posto de Saúde Ernandes Índio, na esquina da Avenida Mamoré com a Vieira Cahula, ‘os testes ara o coronavírus não atendem a demanda da comunidade local’.

De acordo com informações, há duas semanas informou a Reportagem que ligou para o 0800.6475225 e ao número da SEMUSA (3901-3176) e não obteve resposta sobre a possibilidade de o teste para o coronavsírus ser feito em um pessoa, em casa. Após várias ligações não houve retorno.

Ao final da manhã desta quinta 18, uma servidora que não quis se manifestar, oficialmente, disse ao CORREIO DE NOTICIA, que, ‘o que pode ter ocorrido é que tem havido congestionamento no sistema’. Segundo apurou a Reportagem, um membro da família estava suspeito de estar contaminado e que a contaminação teria acontecido após internação no Pronto Hospital João Paulo II.

Com a falta de resposta pelas unidades de saúde para que o paciente, fosse submetido aos testes em casa, como a pessoa é portadora de doença renal, restou-lhe a opção de fazer o teste em uma clínica particular com a ajuda de parentes e amigos. O paciente testou positivo, revelaram os familiares.

Já as demais fontes localizadas pela Reportagem no bairro Escola de Polícia, na Zona Leste da cidade, disseram que, ‘nos canais oficiais da Prefeitura, deveriam ter profissionais habilitados e uma rede de atendimento mais ampla a fim de não causar congestionamento e/ou instabilidade no sistema’.

Um interlocutor contatado pelo CORREIO DE NOTICIA, disse que, ‘a Assistência Social do Município deveria reforçar o sistema de atendimento com a implantação de rede, também, nas Policlínicas Municipais’.  Segundo a fonte, ‘nesse caso, tinha um paciente renal e uma criança de 3 anos, que precisavam, naquele momento, de atendimento por apresentar sinais nítidos da doença.

– Os dois pacientes depois de testarem positivo, estão sendo assistidos em casa depois de recorrerem a um médico da Capital, arremataram as fontes deste site de notícia.

da Redação/CN | por Xico Nery

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