Periferia da capital rondoniense sofre com a falta d’água durante pandemia

Periferia da capital rondoniense sofre com a falta d’água durante pandemia

Periferia da capital rondoniense sofre com a falta d’água durante pandemia

Porto Velho, RO – Moradores da Zona Leste vem sofrendo com a com a constante falta de água. Além da pandemia, provocada pelo covid-19, os moradores da periferia da capital, especialmente, do Residencial Crystal da Calama têm mais um desafio para enfrentar durante a quarentena para conter o avanço do novo coronavírus: a falta d’água.

– Segundo eles, por conta de problemas com dois poços da rede de abastecimento na região, reclamam que o problema tem sido frequente há pelo menos seis meses.

O caso, foi levado ao conhecimento da Construtora Centro Minas (CCM), mas, o problema não foi resolvido. Já se passam três meses, os moradores sofrem novo revés com a paralisação do segundo poço. Atualmente, dos cinco poços sê-me-artesianos construídos pela CCM, com sede em Belo Horizonte (MG), apenas três estão em funcionamento. Com isso, “o abastecimento vem sendo feito minimamente, a dois terços das residências do residencial”, informou José Elias, 46, morador da segunda etapa do Crystal da Calama.

O cenário se repete diariamente. Segundo a moradora, os problemas no fornecimento de água começaram ao menos seis meses, e perduram até agora, com a completa falta de água nas torneiras. Com duas bombas queimadas e fora de operação o abastecimento vem sendo feito de forma alternada em três horários -, manhã, tarde e a noite. “Está sendo difícil. Estamos sem saber o que fazer. Faço um apelo, tendo em vista que precisamos de água. É uma situação desesperadora”, lamentou.

Ao Correio de Notícia, os moradores do Crystal da Calama afirmam que, “a falta de água, sobretudo nos domingos e feriados, tem ocorrido porque o abastecimento vem sendo feito por um curto período entre uma e duas horas, por dia. Com essa vazão, a água só dar pra encher a caixa e não é o bastante para garantir nossas necessidades”, desabafa a dona de casa, Maria Silva Ferreira, 51.

Redação/CN

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