Polícia prende casal com notas falsas em tentativa de compra

Caso aconteceu em Ariquemes, RO. O homem e a mulher alegaram que o dinheiro falso foi repassado a eles depois de venderem um celular.

A Polícia Militar de Ariquemes (RO), prendeu um casal com 28 notas falsas de R$ 100 no Vale do Jamari. O crime de falsificação de moeda foi descoberto após o vendedor percebe que a nota era falsa, na tentativa de compra em uma ‘quitanda’ da Avenida Tancredo Neves, na quarta-feira de ontem (1°).

Casal fugiu com cartela de ovo após vendedor descobrir que nota de R$ 100 era falsa

Conforme os agentes, os suspeitos foram até o estabelecimento para comprar uma cartela de ovo. Após o vendedor entregar o produto, o homem e a mulher entregaram uma nota falsa de R$ 100 como pagamento e ficaram esperando pelo troco, de R$ 87.

O vendedor então percebeu que a nota era falsa e questionou o casal, que fugiu em uma moto levando a cartela de ovo comprada. A PM foi chamada até a quitanda e conseguiu o número da placada da motoneta usada pelos suspeitos.

Foram realizadas diligências pela região e o casal foi visto circulando com a moto pela avenida JK. Os policiais deram ordem de parada ao condutor e o homem obedeceu. Na ocasião, o casal foi revistado e a PM encontrou duas notas falsas de R$ 100 na bermuda do suspeito, além da cartela de ovo levada da quitanda.

De acordo com a PM, o homem e a mulher alegaram que o dinheiro falso foi repassado a eles depois de venderem um celular e que, para não ficarem no prejuízo, teriam tentado passar as notas falsas no comércio local.

“Foi solicitado ao casal a permissão para a realização de buscas no imóvel residencial, tendo o conduzido prontamente autorizado os policiais”, segundo a PM.

No interior da casa foram localizadas 28 cédulas falsas de R$ 100 e mais R$ 700 em espécie, escondido dentro de uma caixinha.

Aos serem questionados sobre o dinheiro falso em casa, o casal mudou a versão dada inicialmente e disse ter comprado 30 notas falsas pela internet. O homem e a mulher foram conduzidos à Unisp.

Fonte: Rede Amazônica

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