Em reunião estado decide publicar novo decreto que diferencia as ocupações de leitos de (UTI) dos municípios

As mudanças são para reenquadrar os leitos que estão na fase 1, para fase 2 no plano de ‘Ação Todos por Rondônia’ no combate ao coronavírus.

Municípios terão que enquadrar para fase 2 no combate ao covid-19

Na tarde de ontem domingo (05), em videoconferência o Grupo de Trabalho Técnico-Científico de enfrentamento à Covid-19, estabeleceu novos critérios para enquadramento dos municípios nas fases do Plano de Ação “Todos por Rondônia”.  A estratégia é trabalhar com as taxas de lotação das unidade de tratamento intensivo (UTI), municipais, ou seja, os municípios que têm UTI’s  e baixa taxa de lotação, poderão solicitar o seu reenquadramento de fase do Plano de Ação Todos por Rondônia,” explicou o chefe da Casa Civil, Junior Gonçalves.   

O chefe da Casa Civil também explicou que todos estão trabalhando estrategicamente para vencer a pandemia, “mas que é fundamental o apoio, principalmente dos prefeitos, para que as ações sejam mais eficazes, e, ao mesmo tempo,  permitir que a população e os empresários possam experimentar algum espaço de autonomia econômica e social,” destacou Junior Gonçalves.   

Durante a reunião o secretário de Estado de Finanças (Sefin) Luis Fernando, explicou que os municípios que ainda estão enquadrados na fase 1 e que têm uma taxa de lotação das UTI’s municipais abaixo do 80% poderão solicitar o seu reenquadramento para fase 2. “O parâmetro de enquadramento dos municípios nas fases continuam seguindo os critérios da tabela do Plano de Ação Todos por Rondônia, com a diferenciação de que o município que dispuser de leitos de UTI municipais e apresentar baixa taxa de ocupação desses leitos poderá solicitar o seu reenquadramento de fase,” esclarece o secretário Luis Fernando.

Para o representante e diretor executivo da Associação Rondoniense de Municípios (Arom), Roger André Fernandes, “as medidas vêm alinhar a estratégia estadual com os esforços dos municípios, pois em um estado tão grande, os efeitos da pandemia acontecem de forma diferenciada em cada região. Uma das preocupação da AROM é evitar o estrangulamento econômico de regiões que não tem taxa  elevada de ocupação de UTI e adotaram medidas adequadas para enfrentamento da pandemia, mas acabam tendo a atividade comercial restringida somente porque estão em uma macrorregião com alta taxa de lotação,” expôs Roger André Fernandes. 

Fonte: Secom-RO

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