Na Zona Leste, Comerciantes não obedecem decreto

Nem as medidas sanitárias, como uso obrigatório de máscaras, ‘foi tolerado, mesmo diante das patrulhas e guarnições policiais’.

Porto Velho, RO – A grande maioria de lojistas, comerciantes e donos de distribuidoras de bebidas e pequenos bares, lanchonetes e restaurante ao longo das principais ruas e avenidas da Zona Leste da Capital, não obedecem à decisão e seguem com as portas abertas, apesar das restrições temporárias específicas estabelecidas pelo decreto estadual.

A Reportagem do jornal CORREIO DE NOTÍCIA esteve nas Avenidas Amazonas com a Mamoré, passando pela Rua Alexandre Guimarães, José Amador dos Reis, Plácido de Castro e Rua União e constatou a desobediência.

Levantamento feito pela reportagem, no último final de semana, contatou que ‘na Zona Leste o Decreto não está sendo cumprido’, afirmaram dirigentes de Associações preocupados com o avanço do COVID-19. Nem as medidas sanitárias, como uso obrigatório de máscaras, ‘foi tolerado, mesmo diante das patrulhas e guarnições policiais’. A Reportagem constatou ainda a falta de fiscalização por parte das autoridades. A exceção ficou por conta dos supermercados que fizeram cumprir o uso obrigatório de máscara e a medição da temperatura dos clientes.

– A reportagem observou um grande número de pessoas com máscara à altura do pescoço.

Por força do novo Decreto – os comércios não essenciais deveriam fechar as portas -, a fiscalização da Prefeitura, a maior interessada no cumprimento das novas medidas, não divulgou nenhum tipo de interdição na Zona Leste e região.

De acordo com o consultor Eufrásio Costa e Silva, 46, ele atuou durante muito tempo na Postura de seu Estado de origem, segundo ele, ‘as partes interessadas nas medidas proibitivas deveriam ser obrigados a divulgar os números das interdições, valores em multas aos estabelecimentos comerciais durante as fiscalizações’.

– Assim como fazem as Forças Armadas após o balanço das operações militares contra o desmatamento, grilagem de terras, o narcotráfico, o contrabando de armas e munições, arrematou Costa e Silva.     

Por Xico Nery 

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