MP-RO investiga irregularidades praticados por agentes públicos em Nova Brasilândia

São cumpridos mandados de busca e apreensão na Prefeitura Municipal, no almoxarifado Central, e no Centro de Especialidades Odontológicas e no Hospital Municipal Ancelmo Bianchini.

MP investiga irregularidades em Nova Brasilândia do Oeste.

O Ministério Público do Estado de Rondônia por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), deu cumprimento, na manhã de ontem segunda-feira (20), mandados de busca e apreensão na Prefeitura Municipal,  Almoxarifado Central, no Centro de Especialidades Odontológicas e no Hospital Municipal Ancelmo Bianchini em Nova Brasilândia do Oeste.
Para o cumprimento dos mandados, participaram delegados e agentes da Polícia Civil da 1ª Delegacia de Policia de Nova Brasilândia d’Oeste e do GAECO, bem como integrantes  da Promotoria de Justiça de Nova Brasilândia d’Oeste.

De acordo com informações, Estão sendo apurado a prática de atos de improbidade administrativa referente a aquisição de  medicamentos e insumos hospitalares e crimes por uso irregular de verbas públicas, fraudes licitatórias e contra o consumidor, além de outros que ainda estão sendo apurados.


A operação teve início a partir de inquérito civil público instaurado pela Promotoria de Justiça de Nova Brasilândia para apurar prática de ato de improbidade administrativa consistente na omissão dos gestores públicos do município quanto ao controle na aquisição de medicamentos e insumos hospitalares, que se tornam impróprios para utilização devido ao vencimento do prazo de utilização e são descartados, acarretando nítido dano ao erário. Com a identificação de ilícitos penais, instaurou-se Procedimento Investigatório Criminal para apuração dos crimes.
 
Com o cumprimento do mandado, constatou-se a existência de centenas de caixas de diversos medicamentos, soros, seringas , entre outros insumos,  estocados nas unidades de saúde e que  perderam a validade, causando danos aos cofres públicos. Os medicamentos e insumos  deveriam ser usados em hospital e postos de saúde da rede municipal.

Fonte: Departamento de Comunicação MP-RO

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