Comerciantes sofrem com a falta de apoio da ASCOM

Pequenos comerciantes e agricultores familiar sofrem com a pandemia e a falta de atuação da ascom

Porto Velho, RO – Com o avanço da pandemia, desde que foi registrado os primeiros casos de contágio pelo novo coronavírus e devido as restrições de circulação, muitos agricultores ficaram sem ter como escoar a produção. Porém, a alternativa encontrada foi reforçar a distribuição no comercio local.

Sem o apoio da Associação Comercial (ASCOM), produtores e agricultores familiares que fornecem produtos agropecuários para feiras livres, sacolões e comércio varejista sofrem para se adequar ao novo sistema.

No campo e na cidade, a epidemia tem afetando agricultores familiares e comerciantes, os quais dependem da venda de seus produtos eles sofrem com perda de produtos e falta de renda emergencial.

A reportagem tentou falar com os dirigentes da ASCOM, porém, não obteve sucesso. No entanto, contou com a colaboração de associados que reclama da falta de atuação dos dirigentes da entidade sobre a crise que passa o setor. Segundo eles, diante de uma crise tão grande, ‘o setor mais afetado diretamente é sempre dos pequenos negócios.

Imagem: Divulgação

Na Zona Leste, de acordo com informações obtidas com exclusividade, os pequenos comerciantes se acham abandonados pela Associação Comercial da região pelo fato de, mesmo antes da pandemia, ‘até hoje, se quer divulgaram o calendário de atividades desde que foi reativada. Na ausência de uma atuação por parte da Associação em prol dos filiados, ‘a maioria busca apoio em suas próprias decisões’, atesta o prestador de serviços Raimundo S. Pontes.

Em um rápido giro pela região, a reportagem constatou que, o setor comercial desta parte da cidade, tem sofrido com o impacto da doença, a ‘economia local está sufocada’, garante Raimundo Pontes, indignado com a inercia dos dirigentes da ASCOM diante do dos prejuízos econômico no setor.

Já o setor de hortifrutigranjeiros, a maioria dos produtos saem do setor chacareiro Jardim Santana ligado à Associação de Ação Popular Integrada dos Hortifrutigranjeiros da União (AAPIHGU), igualmente, sofrem com a falta da presença do poder público que, na opinião da presidente da entidade, Gabriela Camargo, 46, ‘continua dependendo de insumos para que possa garantir a produção’, arrematou a líder chacareira.

Por Xico Nery

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