Presidente da Assembleia fala sobre a operação da Polícia Federal envolvendo o Governo de Rondônia

Laerte Gomes (PSDB), também comentou questões relacionadas ao vice-governador, economia no Legislativo e sobre a Energisa

Porto Velho, RO – O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia Laerte Gomes, do PSDB, esteve no Cone Sul e visitou a redação do site vilhenense Extra de Rondônia.

À veiculação, falou sobre operações da Polícia Federal (PF): a primeira, envolvendo a compra dos kits para teste rápido do novo Coronavírus (COVID-19/SARS-CoV-2); e a segunda, envolvendo empresas da família do vice-governador Jose Atílio Salazar Martins, conhecido como Zé Jodan (PSL).

Zé Jodan (PSL)

“Convocamos o secretário estadual de saúde, Fernando Máximo, e levou toda sua equipe, e os deputados fizeram a denúncia, tanto dos R$ 21 milhões e R$ 10 milhões dos testes rápidos que foram comprados pelo governo. A ALE deve abrir algum procedimento junto aos órgãos de controle para dar uma resposta satisfatória à sociedade”, ponderou sobre a incursão denominada como Polígrafo.

Já sobre a operação que envolveu o nome de Jodan, sacramentou:

““É uma denúncia gravíssima, mas que também foi feita através da ALE. É uma pessoa pública. O vice-governador, em nota, disse que essa denúncia não tem nada a ver com a questão pública, que se devem a empresas dele, mas o dinheiro é público, porque o imposto é do cidadão. É a mesma coisa do Estado roubar uma prefeitura. Ele deve explicações mais fortes à sociedade rondoniense, que inclusive uma operação com bloqueio de bens e pedido de prisões”.

O tucano também contou ao eletrônico do Cone Sul que, durante a sua passagem como presidente da Casa de Leis, o Poder economizou, só no primeiro ano de gestão, mais de R$ 50 milhões. Passados mais de sete meses do ano legislativo de 2020, a marca ultrapassa, por ora, R$ 70 milhões economizados.

“Já devolvemos R$ 37 milhões para Estados, sendo R$ 4 milhões de doação através de convênio para o hospital do Amor, R$ 2 milhões para o hospital São Daniel Comboni, de Cacoal, e R$ 1 milhão para o Santa Marcelina. Mais R$ 10 milhões alugamos 61 leitos no hospital do Amor para combate ao covid-19, e mais R$ 20 milhões para serem distribuídos aos municípios, via convênios, em qualquer ano”, ressaltou sobre o assunto.

Fonte: Rondoniadinamica

Faça seu Comentário