População ainda enfrenta dificuldades para acessar o palácio rio madeira

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O Centro Político Administrativo (CPA), construído no Governo Cassol com o propósito de encurtar o caminho entre a gestão pública e os contribuintes, piorou

Porto Velho, RO – Apesar dos avanços, ainda é grande a distância entre a gestão pública estadual e os cidadãos rondonienses em se tratando de comunicação, sobretudo entre cidadãos de baixa escolaridade em busca de informações e documentações prioritárias de interesse dos contribuintes.

Com a mudança constante de pessoas e funções ocupadas interinamente por pessoas inabilitadas, continua causando polêmica em setores da administração pública; seja no âmbito municipal, estadual ou federal. Por conta disso, o cidadão porto-velhense tem enfrentado grandes dissabores ao procurarem gabinetes, portarias e/ou setores protocolares do setor público.

Foi o que ocorreu na manhã desta sexta-feira (28), no Centro Político Administrativo (CPA), construído no Governo Cassol com o propósito de encurtar o caminho entre a gestão pública e os contribuintes’, ou mesmo, aqueles contribuintes de baixa escolaridade que buscam algum tipo de auxílios divulgados pelo Governo do Estadual.

Chegando ao Palácio Rio Madeira, de cara o cidadão se depara com uma guarnição militar posta de prontidão pela Casa Civil, que tem como finalidade realizar a interlocução entre o Governo e a sociedade civil, porém não sabem explicar onde funciona a Seção de Protocolo Civil. No caso das demais secretarias, o atendente limitou-se a sugerir que as pessoas recorressem ao sistema remoto para ter acesso às repartições.

Um professor universitário, concursado que trabalha em um dos anexos da residência do Governador Marcos Rocha, disse não está surpreso com as ‘informações consideradas tangenciadas por militares à porta dos prédios. Onde sabemos, ‘todas as informações e contatos com agentes públicos, com base na Lei de Acesso à Informação Pública, devem estar disponíveis em locais visíveis’.

– Segundo ele, a falta de um bom atendimento é tanto que ‘o cidadão sai daqui totalmente desenformada, uma situação considerada totalmente fora da realidade, ele disse ainda que, ‘não precisa nem fazer pesquisa, basta ir às repartições públicas constatar essa triste realidade’, ressaltou.

Segundo ele, desde o governo anterior o cidadão tem penado na obtenção de informações de seu interesse. Dentre os maiores problemas estão os relacionados a nomes e contatos de titulares das pastas e cargos de chefia. O maior entrave, segundo o professor, ‘é com relação ao cidadão de baixa escolaridade’ – a maioria não tem rede de internet nem manipulam aplicativos.

A reportagem conferiu os relatos do professor – que também é servidor da pasta da Segurança Pública. Segundo a pesquisa deste site, na recepção do prédio que dar acesso à Secretaria de Estado de Assistência Social (SEAS), não há interfone direto com o gabinete nem outra forma de comunicação, a não ser pelo serviço remoto.

Mesmo diante de retorno, as pessoas ainda encontram resistência por parte de terceirizados que não facilitam em nada a comunicação entre o contribuinte e as chefias entronadas no gabinete da secretária da SEAS, Luana Rocha. Porém, comprovou que algumas figuras supostamente privilegiadas (?), ‘tem o acesso liberado após ligações de celular institucional’.

Por Xico Nery

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