“Protesto” contra João Doria marca chegada de 2021 (veja o vídeo)

Mais de 30 municípios do estado já confirmaram presença.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) emitiram nota oficial sobre o aumento no ICMS efetivado pelo governador, João Doria (PSDB).

A FAESP disse que tentou, por várias vezes, reverter o acréscimo na carga tributária, previsto para este mês; a fim de manter as alíquotas e benefícios atuais e evitar maior tributação sobre insumos, energia elétrica, hortifrutigranjeiros, combustíveis, carnes e demais produtos agropecuários. Mas, os esforços da instituição foram em vão.

Por conta do empenho frustrado pela gestão Dória, 150 sindicatos rurais, associações, cooperativas e produtores planejam uma grande manifestação, chamada “Tratoraço”, na próxima quinta-feira, 07 de janeiro; para demonstrar ao governo estadual toda a frustração, indignação e repúdio do setor agropecuário paulista. Mais de 30 municípios do estado já confirmaram presença.

Buscamos, permanentemente, entendimento com o Governo para evitar a aplicação dos decretos mencionados”, reiterou o presidente da Federação, Fábio de Salles Meirelles, em documento, adiantando que, caso as negociações não tenham sucesso, medidas judiciais serão tomadas.

O Fórum paulista de agronegócio já havia acusado Dória de “aumento silencioso” de impostos, em setembro de 2020. De acordo com a entidade, a medida do governador difere da política de tributação diferenciada que vem sendo adotada há anos pelo Estado.

O Governo de São Paulo pretende aumentar impostos de produtos essenciais, descumprindo seus compromissos e rompendo com a tradição do Estado, que, há 30 anos, tributa diferente o que é diferente”, disse a nota, compartilhada em redes sociais.

Com o imposto alargado, um consequente aumento nos custos de produção dos produtos será gerado.

Na lista que poderá ser afetada, com impactos diretos na cesta básica, além do próprio ovo, estão o pão, o leite, as carnes de boi, de frango e de porco, a farinha de trigo, o diesel e o etanol, os insumos agropecuários, o remédio genérico, além dos materiais de construção, entre vários outros”, conclui o Fórum paulista.

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

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