Estado de Rondônia volta às fases de fechamentos

Mas antes que chegue a vacinação, é o terror do vírus, que ataca com cada vez maior virulência, o que desespera os rondonienses

Enquanto a vacina não chega, as mortes aumentam (já são 1.908 óbitos, incluindo os nove do sábado) o número de afetados pela doença explode (101 mil) e os hospitais que caminham para a superlotação (349 pessoas internadas), o governo determinou que a Capital e vários outras cidades que estava abrindo tudo, voltam para a Fase 2, fechando bares e boates, além de proibir qualquer evento público. Além de Porto Velho, Vilhena, Alto Paraíso, Itapuã, Guajará e Urupá também voltam para essa fase.

Ela permite a abertura do Shopping e parte do comércio, mas é uma espécie de mini lockdown para atividades públicas. O retorno à Fase 1, perto do lockdown, atingiu Ji-Paraná, Rolim de Moura, Presidente Médici  e outras cidades.

As 96 mortes registradas entre o último dia do ano e a sexta-feira, dia 8, além do aumento considerável de casos e de internações, obrigaram o governo a tomar essa decisão, publicada no Diário Oficial da sexta, quando já estava no comando do governo o vice governador Zé Jodan, porque Marcos Rocha se afastou, para descanso, por onze dias.

Durante a tarde da sexta, o secretário Fernando Máximo, ao lado de Jodan, anunciou que Rondônia vai receber, numa primeira fase, cerca de 68 mil doses de vacina e em fevereiro outras 23 mil. Mas antes que chegue a vacinação, é o terror do vírus, que ataca com cada vez maior virulência, o que desespera os rondonienses. E os brasileiros, todos!

DIARIO-OFICIAL

Por Sérgio Pires

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