Considerações a “casa de mãe joana”

Recentemente, Rodrigo Maia usou as redes sociais para insultar Bolsonaro

Ao que parece, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não aceitou a ideia de deixar a presidência da casa. Porém, logo mais, o indigesto Rodrigo “deixará” o posto de presidente da Câmara Federal, no entanto, visivelmente irritado, tenta insultar e desferir duras críticas ao Governo Federal.

Para o governo, finalmente, a era ‘Maia’ no comando da Casa Baixa do Legislativo Nacional chega ao fim. Certamente dará um certo alivio ao presidente. (Fatalmente, “Nhonho” voltará para o ostracismo do poder!) mesmo assim, segue alucinado em busca de holofotes. Recentemente, usou as redes sociais para insultar Bolsonaro, chamando de “covarde”. (Naturalmente, na expectativa de obter uma reação do presidente e assim polemizar o assunto e ganhar destaque na mídia Nacional!) consequentemente atingir seu objetivo.

Botafoguense

Contudo, o botafoguense não marcou “gol” – porém, alucinado, o “volante Fluminense” como era chamado na planilha da Odebrecht, arrisca mais uma “tacada”, ele afirma que a demora no início da vacinação contra a covid-19 no Brasil, pode levar à abertura de um processo de impeachment contra o presidente. “Está na hora de todos mostrarem de forma clara sua indignação. Não podemos mais aceitar um ministro que não entende de saúde e um presidente irresponsável que nega o vírus“, afirmou Maia”. Coisa de “Nhonho!

Jogo sujo

Diante dos acontecimentos, principalmente tendo em vista o jogo sujo que acontece nos bastidores da política, especialmente no Congresso Nacional -, começo a desconfiar desse sistema republicano/representativo. Aliás, cá pra nós, mais parece a “casa da mãe Joana”.  

Casa da mãe Joana

Por falar em “mãe Joana”, frustrado com minhas expectativas patriótica, apelei para os conhecimentos do velho amigo “Mestre Google”, ele sempre compartilha conosco seus conhecimentos e significado de muitas coisas. Eu precisava saber, até por uma questão de equilíbrio emocional, a origem dessa expressão, “casa de mãe Joana”. O significado, esse eu já intuía, porém, basta que olhemos o sentido da expressão da palavra. Pois bem, descobri que essa expressão vem da língua portuguesa, que significa: “o lugar ou situação onde vale tudo; um lugar sem ordem; onde predomina a confusão, a balburdia e a desorganização”. Tudo a ver, você não acha?.

Bordel

“Enfim, a origem dessa expressão, deve-se à condessa de Provença e rainha de Nápoles, ela se chamava Joana, provavelmente isso tenha acontecido por volta do século XIV. Porém, por alguma razão política, a rainha Joana se viu obrigada a refugiar-se em Avignon, cidade da França, bem próximo do Mediterrâneo.

Uma das medidas que tomou, enquanto viveu na cidade, foi a regulamentação dos bordéis, sendo uma das normas: ‘o lugar teria uma porta por onde todos pudessem entrar’ – “confesso que, não entendi muito bem essa norma, provavelmente padeço de alguma deficiência cognitiva”, mais tudo bem.

Zona

Essa casa, onde todos podiam entrar passou a ser chamada de “casa de mãe Joana”. No linguaja português, costumam designá-las de “zona”, e/ou até mesmo prostibulo.

Um tanto desapontado, confesso que não me sinto nada confortável morando num lugar que muito se parece com a “casa de mãe Joana”, sobretudo, governado por esses filhos da (…).

Acontece que, por essas e outras razões gostaria de viver num pais onde as pessoas tivessem mais respeito e responsabilidade.

Para se ter uma ideia, o nível de intolerância que chegamos, recentemente o reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, inconformado com a indicação feita pelo presidente da república o qual indicou a segunda colocada de uma lista tríplice para ocupar a reitoria da (UFPel), o reitor e educador que deveria dar exemplo, insatisfeito com à nomeação atacou duramente o presidente. Veja só o que ele disse: “O presidente jamais terá sossego aqui, isso será marcado como um ato de resistência histórica. Aqui, não! O senhor não manda em absolutamente nada. Na Universidade Federal de Pelotas, quem manda é a nossa comunidade, ‘você é desprezível’”, disse o reitor.

Baderna

Onde já se viu, tanta falta de respeito para com uma autoridade constituída pela vontade do povo. Isso mostra que realmente vivemos numa famigerada republica do século XIV chamada “casa de mãe Joana”, um lugar em que o vale tudo prevalece -, todo mundo manda, entra e sai, xinga, uma verdadeira baderna.

Esculhambação

Triste, ver educadores com esse tipo de comportamento, sem respeito com o povo, sem respeito com as instituições, deprimente. Sou um defensor da crítica, elas fazem parte do processo democrático, sobretudo, no processo evolutivo, contudo, não aceito essa baderna, uma verdadeira esculhambação.

O extremismo, unido ao radicalismo, resulta num total fechamento ao entendimento, nos recrutando aos conflitos e consequentemente a guerra. Isso é um sinal muito ruim. Parece que chegando no fundo do poço.

“Está na hora de todos acordarem, as autoridades se darem ao respeito e respeitar o povo que o elegeram e pagam seus rechonchudos salários para governarem de forma transparente e justa”.

O que está faltando para que o povo descreia completamente das instituições?

A Câmara Federal, a cada dia que passa torna-se uma “casa da mãe Joana”. O Supremo Tribunal federal perde a oportunidade de se apresentar como guardiã da nossa constituição e da decência – enquanto isso, o Povo continua na miséria, humilhados e esquecidos, como se estivessem no matadouro social, esperando a hora de morre. Fruto de uma prostituição política – prostituição de homens, mulheres e crianças; enfim, resultado de uma concepção atrasada e prostituída.

– Não podemos mais aceitar interferências de poderes, um parlamentar faz o que bem intende e ainda tem imunidade perante a lei – um togado manda mais que o presidente constituído pelo povo – que ponto chegamos – chegamos ao limite, porém, acredito numa força maior e somente ele terá piedade de todos nós.

Por Edilson Neves

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