Hospital Cândido para de receber novos pacientes por falta de cilindros de oxigênio em Ji-Paraná, RO

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O hospital diz que atingiu a capacidade máxima de lotação em todos os leitos.

O Hospital Cândido Rondon (HCR) em Ji-Paraná (RO), informou ontem sexta-feira (15), que não consegue comprar cilindros de oxigênio e que por isso não receberá novos pacientes na unidade de saúde. O hospital diz que atingiu a capacidade máxima de lotação em todos os leitos destinados a pacientes com Covid-19.

“Estamos tentando ampliação de novos leitos, porém não estamos conseguindo comprar cilindros de oxigênio dos fornecedores que estão informando que não tem para pronta entrega e sem previsão de entrega por parte dos mesmos”, informou a administração do hospital em nota.

A administração do HCR reiterou que não falta oxigênio para os pacientes já internados e há o “suficiente para cuidar daqueles que já estão na unidade”, porém não existe a possibilidade atual de abertura de novos leitos.

“Dessa forma sugerimos que os novos pacientes procurem outras unidades hospitalares para evitar maiores complicações de saúde”, declarou o hospital.

Comunicado do Hospital Cândido Rondon em Ji-Paraná  — Foto: Reprodução/Facebook
Comunicado do Hospital Cândido Rondon em Ji-Paraná

O hospital possui 10 leitos de UTI, sendo que seis estão alugados para o estado para atender pacientes de Covid-19 e quatro são particulares. Desde novembro do ano passado o HCR sofre com a alta taxa de ocupação, e agora chegou ao limite.

Já o Hospital Municipal de Ji-Paraná possui 10 leitos instalados, mas eles não estão funcionando por falta de medicamentos. Ainda não há previsão da prefeitura para reativação desses leitos.

O secretário estadual de saúde, Fernando Máximo, descartou nesta sexta-feira (15) que o estado possa enfrentar um colapso referente a distribuição de oxigênio.

“As empresas têm nos relatado que não há perspectiva de falta de oxigênio em Rondônia. Há oxigênio suficiente para manter nossos pacientes, até uma reserva pra gente aumentar um pouquinho de leitos. É obvio que Manaus também achava que tinha oxigênio, mas aumentou tanto o número de pacientes que a rede acabou não suportando”, disse o secretário de saúde.

Fonte: G1/RO

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