Governo criminoso com argumentos pobre

Governo criminoso com argumentos pobre

Rondônia continua caminhando a passos largos para se tornar um Estado tupiniquim

por Edilson Neves*

Um momento em que o país vive o estado mais critico da pandemia, tendo morrido centenas de milhares de pessoas, no entanto, o governador Marcos Rocha e sua turma continuam sem desempenhar o seu papel principal em atender os anseios da população.

Bandidagem

“Confrontado com a escassez de leitos de UTI, acossado pelo recrudescimento da pandemia, o governante de Rondônia decide contornar o problema percorrendo a trilha da bandidagem. Entre outras delinquências”. De acordo com o ministério Público, o governador e sua gente são investigados por fraudes em relatórios diários sobre a existência de leitos de (UTI) Unidade de Terapia Intensiva para pacientes com Covid-19, segundo a promotoria, o estado, “de forma maliciosa”, usou os dados inverídicos do dia 6 de janeiro para regredir a capital Porto Velho da Fase 3 para a fase 2.

Leitos de UTI

“Numa encenação patética, o governador Marcos Rocha, afirma que os relatórios epidemiológicos com números de leitos retratam a realidade, a dinâmica do momento e podem variar durante o mesmo dia, e até horas de acordo com a internação, alta e óbito de pacientes. Segundo ele, a eventual variação da taxa de ocupação dentro do mesmo dia não tem potencial para interferir diretamente na reclassificação das fases dos municípios”.

Passando por vítima

(…) uma versão criminosa de um governador pobre de argumento, tentando desesperadamente justificar uma fraude. “O chefe do executivo estadual, disse que tal situação pode ter sido falha de interpretação por falta de conhecimento técnico-científico, gerando uma ação precipitada e isolada de um único membro do Ministério Público do estado”, que coisa.

Bobo da Corte

“Com todo respeito governador, o seu pronunciamento nos faz lembrar a postura de um verdadeiro canastrão, cara de pau ou simplesmente um embromador”. Não importa como se qualifica a denúncia Coronel, a sua atuação errática e improvisada diante de uma circunstância tão grave é no mínimo insana. Vossa excelência pode até tentar explicar, no entanto, o senhor nos faz lembrar do “bobo da corte”, querendo nos fazer rir.

Patético

Uma encenação patética. Vossa excelência tentando explicar o inexplicável e ainda se coloca no lugar de vítima. Ator de péssima qualidade, sua atuação não tem recebido nenhum aplauso. É preciso ter responsabilidade governador, temos que ter respeito com o nosso povo – os contribuintes estão morrendo.

Adulteração criminosa

Além dos estragos causados pelo vírus chinês, a sua atuação demonstra uma combinação maligna, entre a irresponsabilidade administrativa e uma adulteração criminosa, fazendo com que o palácio Rio Madeira mergulhe num verdadeiro mar de lama, cujo ápice foi alcançado com supostas fraudes e possíveis crimes de falsidade ideológica e improbidades administrativas.

Gota d’agua

Isso, foi a gota d’água que faltava para convulsionar de vez os porões do Palácio Rio Madeira – já em alta agitação na esteira do agravamento da pandemia. Tudo indica que, o Estado de Rondônia estar sendo tragado pela barbeiragem e incompetência administrativa, sem falar nos rumores de corrupção – consequentemente, afundando o Estado numa crise sem precedente. E, mais uma vez, o povo será chamado para pagar a conta. “O resto da história, no entanto, todos já sabem”.

Respirando por aparelhos

“Enquanto isso, o estado de Rondonia segue em frente, respirando por aparelhos, porém, para a turma do governador, certamente não faltará “oxigênio”.

Incompetência

O governador de Rondônia tem demonstrado claramente suas deficiências, certificando a cada dia sua incompetência de administrar o Estado, Principalmente, na falta de planejamento no enfrentamento deste terrível vírus. Começando pela falta de capacidade em gerir com rigor medidas de fiscalização social, sobretudo por não ter a capacidade de conseguir criar vagas de UTIs.

É por isso, que essa investigação tem que continuar – ela é importante e necessária e deve ser levadas até o fim, doa a quem doer”,

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