Fica em casa, enquanto nós vamos assistir a final da Libertadores

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Isso é a relativização, que tenta solapar o nosso senso de proporção.

Bruno Covas está LICENCIADO do cargo de Prefeito de São Paulo para se tratar de um câncer.

Ele decretou lockdowns na cidade, fechou comércios, e criou várias dificuldades para os cidadãos.

E ontem ele pegou um avião e se deslocou de São Paulo até o Rio de Janeiro, para assistir a um jogo de futebol no Maracanã.

Evento público, no qual o alcaide de SP devesse comparecer?

Não. Final da Copa Libertadores da América.

A ida do Bruno “Cava” Covas ao jogo foi ilegal?

Não sei… Pode até ser, mas tem que ser investigado, para se afirmar.

Ela foi imoral?

Certamente. Sem a menor sombra de dúvida.

Com efeito, como eu venho dizendo há tempos, tudo (ou quase tudo) na nossa vida passa pela moral.

A moral é a nossa percepção do que é certo ou errado, é o nosso freio contra os impulsos, e é a nossa bússola de comportamento rumo aos arquétipos virtuosos.

Existem pessoas que tentam quebrar a nossa moral, ou flexibilizá-la, para que passemos a aceitar novos valores que antes não aceitaríamos, especialmente nessa era “pós-moderna” de hoje e nesse mundo “pandêmico” em que estamos.

Isso é a relativização, que tenta solapar o nosso senso de proporção.

Eis aí, nesse episódio da ida de Covas à final da Libertadores, no Maracanã, um belo exemplo do que venho dizendo todo esse tempo.

Bruno Covas, além de ser um imoral, é um hipócrita, que desrespeita a população de São Paulo.

Amigos paulistanos, enxerguem isso, e não deixem passar em branco.

Façam o barulho mais alto que conseguirem, com esse episódio, aí em São Paulo.

Foto de Guillermo Federico Piacesi Ramos

Guillermo Federico Piacesi Ramos | Advogado e escritor.

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