Damares fala da “xereca satanik” e viraliza na internet (veja o vídeo)

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A ministra Damares critica a suposta ideologia de gênero implementada na educação

É espantoso e grotesco! Mas é verdade. “Ideologia de gênero” e a subversão de identidade é um dos pilares de “HaSatan”.

Cultura e subversões das identidades. É para subverter ou não é? Explica Damares.

A cidadania e a superação das fronteiras sexuais e de gêneros, e os alunos da Universidade federal da Bahia para fazer esse seminário ficaram todos assim: pelados no campos porque não tem mais homens, não tem mais mulher. Então todo mundo pode ficar peladão juntos. É para vencer a barreira do sexo.

Agora, imagine só! Você que pagou uma escola caríssima para sua filha entrar numa Universidade federal. Sim, porque eles estão chegando aos 16 anos na faculdade. Hoje, faz Enem e entra.

“A tua filha de 16 anos, que você cuidou com tanto carinho aqui na igreja, vai chegar no campos e vai ficar peladona, porque, todo mundo tem que ficar! Porque não tem mais sexo nos campos do Brasil, e eu pagando”. Quem paga a Universidade federal somos nós”.

“A tua filha de 16 anos, que você cuidou com tanto carinho aqui na igreja, vai chegar no campos e vai ficar peladona, porque todo mundo tem que ficar; Porque não tem mais sexo nos campos do Brasil; e eu pagando”. Quem paga a Universidade federal somos nós”.

É palhaçada ou, não é?

O que as feministas fizeram na Universidade Federal do Rio de Janeiro, para falar contra os homens e a favor da ideologia de gênero?

Fizeram um ritual chamado “xereca satanik”!

Elas ficaram lá, dentro do campos no curso de ciências de arte.

“Corpo e resistência”, esse era o nome do evento! Todas ficaram peladas, passaram cinzas no corpo e aí ficaram riam rindo da bíblia porque a questão cinza do corpo está na bíblia! E elas ficaram peladas e fumaram muita maconha. Elas pegaram um crâneo colocaram no meio e acenderam velas. O porteiro que denunciou! Ele disse que não sabia se era um ritual macabro, e/ou o que era aquilo. Uma aula de arte, uma demonstração artística para ganhar nota e no final, uma costurou a vagina da outra com linha e arame, explicou Damares.

É por isso que chama, “xereca satânica“ e no dia seguinte, elas colocaram no face book, um monte de xerecas costuradas, “foi um sucesso o evento”, afirmavam.

Já pensou numa infecção! Você já pensou que uma menina dessa poderia ter morrido de hemorragia…

E sabe como elas faziam para aguentar a dor?

Fumava muita maconha, abria as pernas e a colega ia lá e costurava a vagina com linha e arame.

Brasilia

Na Universidade federal de Brasilia, convidaram os alunos para comer no diretório do ceubi, Comidinha feita de plantas regadas a sangue menstrual!

Isso mesmo. Não tem mais homens, não tem mais mulheres a menstruação é para homens e para mulher, então vamos comer comidinha regada a sangue menstrual.

E lá na Universidade Federal de Mariana, foi realizado a “oficina de siririca”. Isso mesmo!

Na Faculdade que eu pago, que você paga!

Está precisando de um presidente macho nessa nação! Tá não?

Na Universidade Federal de Ouro Preto. “Oficina de punheta”!

Já na Universidade Federal do Piauí: olha só o evento que ia ter entre às 18:30 e 20:00hr.

“Oficina de empoderamento de buceta”.   

Qual a resposta que o Brasil dá, que o governo dá, olha, aquele conselho que falei para vocês, liberou os banheiros das escolas para transexuais porque não tem mais homens, não tem mais mulher, nas escolas, é todo mundo igual.

Gente, a ideia é isso! Não é combater o preconceito, todo mundo é igual, menino pode usar banheiro de menina. É mole…

Veja o vídeo:

da Redação/CN

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