FHC revela que oposição a Lira tinha um só interesse: Manter o Brasil parado para retomar o poder

FHC revela que oposição a Lira tinha um só interesse: Manter o Brasil parado para retomar o poder

É o futuro do Brasil em jogo. Um futuro que a oposição está doida para atrasar.

Para a “isentosfera”, que tem nojinho de parecer petista, mas adora usar os mesmos termos da esquerda, nós, os apoiadores do presidente, somos “gado”.

Criticaram duramente o apoio de Bolsonaro ao Lira, para a presidência da câmara, sob o pretexto de que o deputado é citado em casos de corrupção.

Enquanto isso, nos bastidores, os “caciques” do “centrão oposicionista” articulavam o apoio ao Baleia Rossi, citado nos casos da JBS e da Odebrecht, candidato apoiado por Rodrigo Maia, cujo nome nas planilhas de recebimento das propinas do Petrolão era “Botafogo”, e presidente do MDB, partido que integrou desde o início o governo Lulo-Petista.

A oposição ao Lira NUNCA teve nada a ver com corrupção. No Congresso Nacional, como já cantavam os Originais do Samba: “Se gritar ‘pega ladrão’, não fica um, meu irmão”. Pra ser honesto, sobra uma meia-dúzia, mas isso não importa nesse caso. Nos bastidores da política, tudo, absolutamente TUDO é relacionado ao poder.

O objetivo da oposição era só um: Manter o Brasil parado, atrasar todas as pautas do governo e articular o fracasso do Presidente, para fazer uso político disso em 2022. NUNCA foi pensando no país. É puro e simples interesse próprio. Criam o caos sobre o adversário político e depois usam o caos para sustentar suas narrativas.

O recado de FHC para os deputados do PSDB
O recado de FHC para os deputados do PSDB
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O mesmo método daquele governadorzinho de calça apertada, que é responsável por parar um estado que produz mais de 30% do PIB e onde proporcionalmente o número de óbitos é um dos maiores do país, mas responsabiliza o presidente pela economia e pelas mortes.

Sim. Existiam outros nomes além de Lira e Baleia. Nomes bons, como o Capitão Augusto (PL-SP), exercendo o segundo mandato e sem nenhuma denúncia de corrupção, mas que não tinham nenhuma chance de ganhar.

O Presidente não pode ser leviano e apostar no cavalo errado. É o futuro do Brasil em jogo. Um futuro que a oposição está doida para atrasar.

A responsabilidade sobre a composição do Congresso não é do Bolsonaro. Ele não nomeou os deputados. O POVO OS ELEGEU.

E, pelo amor de Deus, não me venham com a história das urnas eletrônicas e do voto de legenda. Joice teve mais de UM MILHÃO de votos. Frota, Kim, Janones e outras tristes figuras tiveram CENTENAS DE MILHARES. Resta ao presidente jogar com as cartas que estão na mesa.

É muita inocência achar que um Congresso composto majoritariamente por corruptos vá eleger um escoteiro para presidir a casa.

Fora do círculo político, no meio do “povão”, defender as pautas dos “isentões” só pode ser burrice ou mau-caratismo. Ou realmente não entendem NADA do que estão falando e apenas estão reproduzindo discursos prontos, ou têm plena consciência do projeto de poder da oposição e deliberadamente TORCEM PELO PIOR PARA O PAÍS, com a intenção de ver um candidato “prudente e sofisticado” eleito em 2022.

Em qualquer um dos casos, não merecem nenhuma credibilidade.

“Política é a arte do possível, não do ideal.” (BISMARCK, Otto Von)

 

Foto de Felipe Fiamenghi

Por Felipe Fiamenghi | O Brasil não é para amadores.

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