Agevisa alerta, pais devem ficar atentos à imunização contra sarampo em crianças

Agevisa alerta, pais devem ficar atentos à imunização contra sarampo em crianças

De acordo com a agência em saúde, com a baixa procura no estado somente 82,84% do público-alvo foram vacinados.

Com a baixa procura vacinal contra o sarampo que ocorre nacionalmente e o registro de surtos, O Governo do Estado de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) alerta aos pais a levarem os filhos até os locais de imunização para protegê-los da doença que é considerada grave e de fácil contágio. Em Rondônia, 82,84% do público-alvo que são crianças com um ano foram vacinadas em 2020. A meta é uma cobertura vacinal de 95%.

O Estado registrou seis casos da doença no ano passado e se mobiliza para evitar o avanço da doença. ‘‘Pedimos aos pais que compareçam às unidades de saúde dos municípios. Sabemos que a Covid-19 está grave no Brasil, mas busquem a proteção de seus filhos contra o sarampo, temos a vacina!’’, disse a coordenadora Estadual das Doenças Exantemáticas da Agevisa, Adalgisa Botelho.

A iniciativa de conscientização busca combater uma problemática que tem acompanhado o Brasil em que o receio de contaminação pelo coronavírus tem inibido a busca pela imunização de outras doenças como o sarampo. Com isso, há estados que já registram surtos da doença.

‘‘Isso preocupa Rondônia porque faz fronteira com outros estados e países que registram casos’’, conta.

Os seis casos de sarampo registrados em Rondônia no ano passado, sem histórico de vacinação, tratava-se de uma família que migrou do Pará (epicentro da doença em 2020) para Rondônia. Uma das crianças acometidas da doença foi a óbito. De 1999 a 2017, Rondônia não teve nenhum caso de sarampo registrado. Em 2018, houve dois casos, já em 2019 não houve registros.

A coordenadora explica que o Estado fez a distribuição das doses de vacina aos polos regionais de saúde, e os Municípios são responsáveis pela aplicação das vacinas. Ela faz o apelo para que surtos sejam evitados ‘‘Essa é uma doença imunoprevenível, pode ser controlada por vacina’’.

Conforme a coordenadora, os Municípios estão orientados que a prioridade é fazer a busca ativa dos casos notificados para verificar se são confirmados e aplicar a vacina, inclusive nos familiares, pois o sarampo é uma doença de fácil propagação.

São elas, as crianças, o público mais vulnerável à doença, por isso o Ministério da Saúde criou a dose zero da tríplice viral, implementada em agosto de 2019, para crianças de seis a 11 meses de idade, em locais com transmissão ativa do vírus do sarampo. Além dessa situação, a imunização contra o sarampo é realizada em duas doses,  conforme diretrizes do Ministério da Saúde: A primeira dose da tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) deve ocorrer aos 12 meses de idade e uma dose da tetra viral  (contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela) aos 15 meses de idade.

Fonte: Agevisa

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