Sesau e representantes da Saúde definem metas para o Sistema de Pactuação Interfederativa de Indicadores

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A reunião aconteceu na Câmara Municipal.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), com a 5ª Gerência Regional de Saúde de Rolim de Moura, realizou uma reunião para descrever o impacto dos indicadores do Sistema de Pactuação Interfederativa de Indicadores (Sispacto), na manhã de terça-feira (9), no plenário da Câmara Municipal. Participaram os coordenadores municipais de Atenção Básica e Epidemiologia, de oito municípios da região da Zona da Mata.: Alta Floresta d’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Castanheira, Santa Luzia d’Oeste, Parecis, Nova Brasilândia d’Oeste, Novo Horizonte d’Oeste e Rolim de Moura.

O Sispacto tem o objetivo de registrar as metas pactuadas pelos municípios, regiões de Saúde e o Estado, conforme a Resolução que dispõe sobre as regras do processo de pactuação de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores, com vistas ao fortalecimento do planejamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a implementação do Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (Coap).

A gerente Regional de Saúde de Rolim de Moura, Nerdilei Aparecida Pereira, enfatiza que o Sistema de Pactuação também traz outras funcionalidades. “É por meio do Sispacto que os gestores têm uma visão ampla da validação, homologação de pactuações e os relatórios que permitem o processo de monitoramento dos indicadores de Saúde”, explica.

O prazo de encerramento do processo de pactuação dos indicadores acontece no dia 31 de março de cada ano. “Essa é uma determinação do governador, coronel Marcos Rocha, do vice-governador, José Jodan, e do secretário de Saúde, Fernando Máximo, para que o trabalho seja feito com planejamento. A pactuação de indicadores e metas tem essa finalidade, com ela podemos fazer análises e planejamentos de suas ações, avaliando os resultados e redefinindo estratégias para gerenciar o SUS com eficácia”, ponderou a gerente Regional.

Ao todo, foram apresentados 29 indicadores de Saúde debatidos no Sispacto 2021: Mortalidade prematura de 30 a 69 anos; Proporção de óbitos de mulheres em idade fértil de 10 a 49 anos; proporção de registro de óbitos com causa básica definida; Proporção de vacinas selecionadas do Calendário Nacional de Vacinação para crianças menores de dois anos de idade e entre outros casos.

Fonte: Sesau

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