Defesa Civil monitora Rio Madeira e diz que rio segue dentro da normalidade

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Defesa diz que ainda não registrou pontos de alagamentos na área urbana e rural da capital.

O rio Madeira segue em cota de atenção em Porto Velho, mas a Defesa Civil ainda não registrou pontos de alagamentos na área urbana e rural da capital. Nesta quarta-feira (17), a régua marcou um nível de 14,20 metros, em média. A cota de inundação/transbordamento é de 17 metros.

Na última terça feira (16), o nível na capital ficou em 14,63 metros, quase um metro abaixo do registrado na mesma data no ano passado, e quase dois a menos dos 16,22 registrados no ano de 2019.

Agências que monitoram o rio apontam 2021 com uma média tranquila e, por enquanto, é descartado risco de inundação na capital.

“Isso é resultado do rio Madeira ter saído de um período seco, muito severo. Em novembro do ano passado ele estava em um nível super baixo, já em dezembro e janeiro houve chuva acima da média, e fez com que o nível da água chegasse muito próximo do comportamento esperado para o rio nesse começo de ano”, diz Marcus Sussuarana, pesquisador em geociência da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM).

A Defesa Civil de Porto Velho tem monitorado também o comportamento do rio e afirma que está tudo dentro do esperado.

“Fomos até o médio madeira verificar algumas comunidades, para ver se tinha alguma estrada alagada, mas não havia nenhuma. No baixo Madeira também não há registro de alagamento em comunidades, nem no alto Madeira (sentido Acre). Está tudo tranquilo”, afirma Rogério Félix, gerente de minimização em desastres.

Em 53 anos de monitoramento e estudos, o CPRM traça anualmente a chamada média histórica, que serve como base para os prognósticos futuros. O pico da cheia do rio é final de março, mas este ano ele não deve chegar na cota de transbordamento, de 17 metros.

“Se a gente pegar todos os cenários futuros de chuva, mesmo considerando acima da média para fevereiro e março, a probabilidade do rio superar a cota de 17 metros é muito baixa”, afirma Marcus Sussuarana.

Fonte: Rede Amazônica

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