No Rio de Janeiro, traficantes com fuzis na mão “vigiam” a polícia

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Os criminosos usam drogas e ficam, literalmente, em cima das cabeças dos policiais militares

Traficantes do Rio montaram uma base em cima da UPP do Andaraí, na Zona Norte do estado.

Não é brincadeira, não. Os criminosos ficam, literalmente, em cima das cabeças dos policiais militares, monitorando entrada e saída de qualquer pessoa, inclusive, dos agentes.

Os bandidos passam o dia “trabalhando” com fuzis na mão e usando drogas no local, a poucos metros acima da porta de entrada da unidade policial.

O relatório do setor de inteligência da polícia aponta que “a presença de meliantes fortemente armados logo em cima da base” tem como objetivo “ameaçar e afrontar os policiais que nela trabalham, representando uma séria ameaça à segurança orgânica do aquartelamento, bem como incremento da vulnerabilidade nos deslocamentos realizados pelo efetivo das atividades meio e fim para assunção e troca de serviço”.

É dessa forma que trabalham nossos guerreiros pela segurança da sociedade. Ficam à mercê dos criminosos 24 horas por dia. E essa conduta é multiplicada quando, em junho de 2020, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu em decisão liminar a realização de operações policiais em comunidades em virtude da pandemia da Covid-19.

O texto prevê ainda responsabilizações civil e criminal em caso de descumprimento. Fachin permite operações somente em “hipóteses absolutamente excepcionais”, mas não exemplificou quais eram.

Fonte: Extra

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