Justiça converte prisão temporária para preventiva de acusados por venderem drogas em raves de Porto Velho

Justiça converte prisão temporária para preventiva de acusados por venderem drogas em raves de Porto Velho

Dono de academia, candidato a vereador e mais dois empresários foram presos na operação Sniper da PF no dia 4 de fevereiro. Suspeitos seguem presos no Urso Branco.

A Justiça Estadual atendeu um pedido do Ministério Público de Rondônia (MP-RO) e converteu de temporária para preventiva a prisão do dono de uma academia e de outros três empresários presos por tráfico de drogas, no início de fevereiro, durante a operação Sniper em Porto Velho.

Além de venderem drogas em festas como raves, alguns dos suspeitos ostentavam os entorpecentes na internet. Em uma foto apreendida no celular e enviado a contatos pessoais, um dos presos simulava estar comendo um pedaço de maconha.

Segundo documento, o MP alegou que a conversão para prisão preventiva dos quatro suspeitos tem por objetivo manter a ‘ordem pública e conveniência da instrução processual’.

A promotora afirma na denúncia que os quatro empresários integram um grupo criminoso com forte atuação na compra e venda de substâncias entorpecentes do tipo sintéticas.

O pedido da promotoria foi enviado à 1ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho no dia 22 de fevereiro, segunda-feira, e na terça-feira (23) o juiz deu deferimento para prisão domiciliar.

Com isso, os quatro empresários vão seguir presos no Centro de Ressocialização José Mário Alves da Silva, conhecido como Urso Branco, na capital. A reportagem tenta localizar a defesa dos investigados para saber se vai recorrer da decisão.

Veja :

Fonte: G1/RO

Compartilhar
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Faça seu Comentário

%d blogueiros gostam disto: