Ismael Crispin verifica ações em prol das famílias atingidas pela cheia do rio Madeira

Ismael Crispin verifica ações em prol das famílias atingidas pela cheia do rio Madeira

Cerca de 2 mil famílias podem ficar desabrigadas em Porto Velho

Preocupado com a possibilidade de enchente no rio Madeira, que está a menos de um metro (16,26m) para alcançar a cota de inundação (17,0m) em Porto Velho, segundo o boletim hidrológico divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) nesta segunda-feira (01), o deputado Ismael Crispin (PSB) esteve com o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, coronel BM Gilvander Gregório de Lima verificando as ações que estão sendo tomadas para garantir o atendimento necessário às famílias atingidas pelas inundações.

“Se o rio Madeira atingir essa cota de inundação, quase 2 mil famílias podem ficar desabrigadas em Porto Velho e diante de um número tão alto, precisamos começar as medidas preventivas em prol dessas famílias. O coronel Gregório apontou que as ações da Defesa Civil do Estado estão alinhadas com a do município e já existe um plano de contingência para garantir abrigo para essas famílias”, apontou.

Segundo informações do Governo de Rondônia, a partir do momento em que o nível do rio atinge a marca de 17 metros, o Corpo de Bombeiros ganha a função de agente principal na política de assistência às famílias atingidas, bem como na fiscalização acerca do nível da água e a Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas) inicia as ações no mesmo sentido, distribuindo água e cestas básicas às famílias e na execução de ações de suporte às pessoas afetadas que precisam de assistência médica periódica.

“Estamos preocupados também com a possibilidade de aglomeração, em tempos de covid-19, toda atenção é necessária. Estamos acompanhando a crise no Acre e precisamos estar em alerta máxima”, finalizou.

“Estamos preocupados também com a possibilidade de aglomeração, em tempos de covid-19, toda atenção é necessária. Estamos acompanhando a crise no Acre e precisamos estar em alerta máxima”, finalizou. 


Texto: Laila Moraes-ALE/RO

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