Rondônia transfere pacientes com covid-19 para o RJ

16 pacientes com quadro clínico leve e moderados foram transferidos para o hospital do Rio de Janeiro, 11 são mulheres e cinco homens.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em parceria com o Ministério da Saúde (MS) e Força Aérea Brasileira (Fab), transferiu nesta sexta-feira (5), 16 pacientes com Covid-19 com quadro clínico leve e moderado, para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI) da Fiocruz, no Rio de Janeiro.

A transferência, que faz parte da Missão Covid-19 coordenada pela Sesau, ocorreu na Base Aérea de Porto Velho (BaPV). Uma estrutura foi montada no hangar da Base Aérea, para receber as ambulâncias com os pacientes que estavam internados em unidades públicas de saúde do Estado e do município.

A diretora-executiva da Sesau, Amanda Diniz, coordenadora da Missão Covid-19, conta que com mais esse embarque Rondônia já conseguiu transferir, por meio dessa parceria, 47 pacientes para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná, e agora Rio de Janeiro.

A última transferência pela Missão Covid-19 foi há trinta dias”, salienta a diretora. O paciente José Alves da Silva, 54 anos, foi o primeiro a embarcar na aeronave Dos 16 pacientes, 11 são mulheres e cinco homens, selecionados e avaliados antes do embarque pela equipe médica que acompanha o transporte aéreo e os pacientes até a Capital Carioca. São dois médicos, uma enfermeira e quatro técnicas de enfermagem. A previsão de vôo é de quatro horas de duração com uma escala em Cuiabá.

O avião Condor (C-99) da Força Aérea Brasileira (Fab) foi adaptado para receber os pacientes mais graves que precisam viajar de maca.

Além dos transportes aéreos médicos feitos pela Missão Covid-19, a diretora-executiva da Sesau, Amanda Diniz, ressaltou o trabalho feito também por outras equipes do Governo. “Nós temos ainda as transferências aéreas que estão sendo feitas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, totalizando 77 pacientes, que foram também para Santa Catarina e Vitória. Esse número inclui os pacientes mais graves que precisaram de vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que infelizmente não temos mais aqui em Rondônia”,disse.

Fonte: Sesau

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