Caças Israelenses e bombardeiros dos EUA fazem ‘demonstração de força’ ao Irã (Vídeo)

Caças Israelenses e bombardeiros dos EUA fazem ‘demonstração de força’ ao Irã (Vídeo)

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Força Aérea israelense escoltaram dois bombardeiros americanos B-52 através do espaço aéreo israelense.

No domingo (7), caças F-15 de Israel escoltaram dois bombardeiros B-52 norte-americanos no espaço aéreo israelense.

De acordo com as Forças de Defesa de Israel (FDI), o voo foi “parte da cooperação estratégica conjunta com as forças norte-americanas, que é fundamental para manter a segurança dos céus israelenses e do Oriente Médio”.

​Hoje (domingo), caças F-15 da Força Aérea israelense escoltaram dois bombardeiros americanos B-52 através do espaço aéreo israelense. O voo é parte da cooperação estratégica conjunta com as forças norte-americanas, que é fundamental para manter a segurança dos céus israelenses e do Oriente Médio.

As FDI não declararam diretamente que a manobra foi realizada para demostrar força para Irã, entretanto, o voo foi realizado em um momento de tensões elevadas entre EUA e Israel, de um lado, e Irã, de outro.

Enquanto isso, o ministro da Defesa do Irã, Amir Hatami, declarou que Teerã vai “arrasar Tel Aviv e Haifa”, as duas maiores cidades israelenses, caso tentem atacar a República Islâmica.

Anteriormente, o ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, revelou que Tel Aviv identificou “numerosos alvos” no Irã, cuja destruição potencialmente poderia comprometer a capacidade de Teerã desenvolver armas nucleares.

As forças do Comando Central do Exército dos EUA (CENTCOM, na sigla em inglês) intensificaram sua presença no Oriente Médio desde o ano passado, realizando missões para dissuadir o Irã.

No final de 2020, os EUA realizaram uma demonstração de força ao implantar o grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz na região e sobrevoar a área com dois bombardeiros B-52. O objetivo seria impedir Teerã de realizar qualquer ataque às forças dos EUA no primeiro aniversário do assassinato do general iraniano Qassem Soleimani pelos Estados Unidos, segundo a mídia.

Fonte: Sputnik

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