O choro que abalou o Brasil

O choro que abalou o Brasil

Na guerra contra o inimigo, o povo fica de lado e vira refém dos políticos arrogantes

Estamos passando por momentos delicados no Brasil e no mundo por conta do inimigo invisível. Não tem sido fácil enfrentar a pandemia que assola o país. Um verdadeiro caos – milhões de pessoas batalhando para sobreviver. Mais parece um filme de terror. O vírus Chinês, tomou conta de tudo e de todos, mudado radicalmente o cenário social, causando grandes mudanças na vida das pessoas. O futuro é sombrio, o foco é um só: não morrer.

“Eu não tenho muito a dizer sobre a doença, mas ela tem ensinado muito as pessoas, não importa quanto isso possa ser ruim, sempre existe algo que podemos fazer e vamos fazer. Enquanto há vida, há esperança.”

Guerra

Os governantes afirmam que a vida é a coisa mais importante e, como tal não há razão para não tentar salvar a todos a qualquer custo. No entanto, na guerra contra o inimigo comum, o povo fica de lado e é transformado em refém.

“Infelizmente, temos assistido espetáculo triste e melancólico, algo já mais visto neste país. Lastimável, o que mais temos visto, entre tantos outros, são as discussões sobre o programa de vacinação”.

Em qualquer país civilizado do mundo todas as foças se voltam contra o inimigo – discutem o assunto seriamente levando em conta a vida da população – e qualquer avanço neste sentido é festejado como se fosse mais uma vitória contra o inimigo.

No Brasil, não. Aqui é diferente. Eles preferem fazer o jogo sujo. Aquela velha teoria, no ‘quanto pior, melhor’, algo bem próprio daqueles que querem tomar o poder.

Apesar de toda hostilidade entre o governo e os políticos de plantão, o que está em jogo?  Derrotar o inimigo comum e salvar as pessoas? Ou tomar o poder?

Em outras palavras: totalmente atordoados, o povo não sabe o que está acontecendo – o que está por trás de tudo isso? Há conflitos de interesses envolvidos? “Entre o sim e o não, nós estamos condicionados a fazer nossas escolhas, ir ou ficar, vacinar ou não vacinar, fazer ou não fazer”.

E quando há apenas um caminho? É porque já não há a possibilidade de escolha, essa autonomia já não existe. Nesse caso, seja como for, só existe uma saída para os pobres mortais. Ser imunizados e seguir o curso do rio.

Economia

E, por falar em salvar vidas, a economia também está ligada à vida e à morte das pessoas, principalmente das populações mais pobres e vulneráveis, com uma grande diferença – “a economia se recupera, os mortos não”. Entretanto, as medidas de isolamento social impostas, certamente afetará a economia, causando uma grande recessão e as recessões também matam. Não na mesma proporção de uma única doença que está aí, porém, ela também reduz a vida de indivíduos, muitos dos quais fazem parte do mesmo grupo vulnerável ao vírus chinês.

Guerra

Como se diz: “a essa altura da guerra”, com tantos mortos e feridos, para eles, o importante não é imunizar as pessoas e sim usar artilharia pesada para abater e derrubar o governo.

Competência

Em quanto isso, o país assiste perplexo ao ministro Edson Fachin anular a condenação de um condenado alegando incompetência de foro onde foi condenado, e isso, depois do processo ter sido julgado e confirmado pela 13ª Vara Federal de Curitiba, pela 8ª Turma do TRF-4 e pela 5ª Turma do STJ, sem que nenhum magistrado tenha levantado a falta de competência de foro.  

Guardião

Ninguém sabe, mais o que representa o Supremo Tribunal Federal. Se ele é guardião da Constituição ou guardião de interesses de outros. Os seus membros, com suas raras exceções, revelam fortes indícios partidários políticos ao julgarem pendengas em que são atores elementos do cenário político – com isso, a claudicante Suprema Corte, não tem causado boa impressão à nossa sociedade. Pelo contrário, suas decisões tem causado uma tremenda insegurança jurídica.

Imparcialidade

Se não bastasse, o choro de Gilmar Mendes ao homenagear o advogado de Lula, no caso da suspeição do ex-juiz Sergio Moro, colocando em xeque a imparcialidade do STF – agora a defesa do barbudo quer que Gilmar Mendes impeça que o plenário do STF julgue anulação das condenações do ex-condenado. Isso mesmo, Cristiano Zanin, pediu a Gilmar Mendes que a Segunda Turma do STF impeça que o plenário da Corte, julgue o recurso da PGR contra a anulação das condenações do petista na Lava Jato.

– Muito comprometedor o comportamento do ministro Gilmar Mendes pró-advogado de Lula.

Afinal, o povo quer saber: quem é parcial e tendencioso, Sérgio Moro ou Gilmar Mendes?  

Chorar

“Algo já mais visto no plenário da Suprema Corte. Durante a homenagem, o ministro chegou ao ponto de se emocionar e chorar”. Não dá para julgar isso normal, uma vez que o STF deveria apenas ser guardião da Constituição -, e não interesses de outros e/ou pessoais dos seus integrantes.

Mas, o Supremo Tribunal Federal não deveria ser isento de influências políticas, assim como nós jornalistas?

Infelizmente a Suprema Corte tem passado uma imagem de total descrédito a população. Parcialidade é o que temos visto dia após dia. A cena de Gilmar Mendes chorando ao elogiar a atuação do advogado de Lula, chocou o Brasil. Mais, sinceramente, isso não é novidade. Essa, não foi a primeira vez que o ministro Gilmar Mendes, colocou em cheque a credibilidade da Suprema Corte.

Dos fatos

Quem não se lembra dos ríspidos bate-boca entre Gilmar Mendes e outros ministros durante sessão plenária no STF, ao vivo e a cores.

Relembre alguns casos:

Barroso acusou Gilmar Mendes de ser leniente com o crime de colarinho branco, ele disse que o colega “não trabalha com a verdade” e afirmou categoricamente que ele vive “destilando ódio”.

No plenário que abriga a elite do Judiciário, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso não foram os primeiros a trocar farpas.

Relembre outro bate-boca entre Gilmar Mendes e o beligerante ex-ministro Joaquim Barbosa.

Gilmar Mendes: Vossa Excelência não tem condição de dar lições a ninguém…

Joaquim Barbosa: E nem Vossa Excelência. Vossa Excelência me respeite, Vossa Excelência não tem condição alguma. Vossa Excelência está destruindo a justiça deste país e vem agora dar lição de moral em mim?

Gilmar Mendes: sem saída (ri)

Joaquim Barbosa: Saia à rua ministro Gilmar, saia à rua, faça o que eu faço. Vossa Excelência não tem nenhuma condição.

Gilmar Mendes: Eu estou na rua, ministro Joaquim…

Joaquim Barbosa: Vossa Excelência não está na rua, não. Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro, é isso.

Sem graça Gilmar Mendes: Que coisa, ministro Joaquim…

Após todo esse papelão, o ministro Gilmar Mendes, no mínimo, deveria ter sido convocado para prestar alguns esclarecimentos sobre sua conduta nada imparcial.

Para mim, nada mudou. Continua tudo do mesmo jeito. Ou será que piorou?

A crise que estamos vivendo no brasil não é de saúde pública, e sim uma crise de decência, moralidade, sobre tudo responsabilidade política e judiciaria.

Nos últimos tempos, temos nos deparado com perguntas difíceis de responder. Em determinados momentos, é até impossível encontrar resposta correta.

Mas nós sabemos o porque e o que eles estão querendo…

Compartilhar
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Faça seu Comentário

%d blogueiros gostam disto: