Imóveis e veículos do antigo supermercado Gonçalves começam ser leiloados

Imóveis e veículos do antigo supermercado Gonçalves começam ser leiloados

O leilão será feito de forma eletrônica em até três chamadas.

Começa nesta segunda-feira (12) o leilão dos bens que compõem a massa falida do supermercado Gonçalves. Com o leilão, os valores reunidos devem ser usados para pagar os credores da antiga empresa, entre eles, os funcionários.

Segundo o edital de alienação judicial, o leilão será feito de forma eletrônica em até três chamadas. Entre os itens leiloados estão diversos carros, caminhões, terrenos e prédios.

Os principais bens que serão leiloados e os valores de avaliação:

  • Granopan – incluindo o imóvel na BR-364, móveis, equipamentos e sucatas – R$ 31,1 milhões
  • Loja Guanabara – incluindo o imóvel, móveis, equipamentos e sucatas – R$ 19,6 milhões
  • Loja Abunã – incluindo o imóvel, móveis, equipamentos e sucatas – R$ 10,4 milhões
  • Loja Jatuarana – incluindo o imóvel, móveis, equipamentos e sucatas – R$ 13,1 milhões
  • Loja Calama – incluindo o imóvel, móveis, equipamentos e sucatas – R$ 12,8 milhões
  • Loja Raimundo Cantuária – incluindo o imóvel, móveis, equipamentos e sucatas – R$ 10,2 milhões
  • Terreno na Avenida Almirante Barroso, 2178, bairro Nossa Senhora das Graças em Porto Velho – R$ 5,9 milhões
  • Terreno de 7 mil m² (quadra inteira) na Avenida Jorge Teixeira, entre as ruas Sen. Álvaro Maia e Herbert de Azevedo, bairro Embratel – R$ 8,1 milhões
  • Imóvel rural Cergon, com 8 mil hectares, na BR-364 em Porto Velho – R$ 3,5 milhões

A rede de supermercados Gonçalves começou com a primeira loja inaugurada na rua Guanabara, em 1990. Nos anos seguintes, foram abertas mais cinco lojas em Porto Velho, além de outras em Rio Branco (AC), Ariquemes (RO), Ji-Paraná (RO) e Buritis (RO). O grupo também abriu uma fábrica de panificação, a Granopan, e um empório entre 2013 e 2014.

Em 2016, a empresa entrou em recuperação judicial e, sem conseguir organizar as contas, acabou com a falência decretada em julho de 2019. Mais de 1 mil funcionários ficaram sem receber salários atrasados ou direitos trabalhistas e buscaram a Justiça. Eles constam entre os credores que esperam receber após a liquidação dos bens da massa falida.

Fonte: G1/RO

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