Babá do menino Henry Borel muda versão e complica situação de Monique (veja o vídeo)

Babá do menino Henry Borel muda versão e complica situação de Monique (veja o vídeo)

Foto: Reprodução/Internet
Foto: Reprodução/Internet

A situação de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto por espancamento, dia 08 de março, está cada vez mais complicada. É que mensagens recuperadas no celular da professora mostram que a babá do garoto, Thayná de Oliveira, sabia das agressões do vereador e médico Dr. Jairinho e mentiu no primeiro depoimento à polícia.

Nesta segunda-feira (12), Thayná prestou um novo depoimento e mudou a versão, confirmando a conversa com Monique Medeiros. Ela admitiu que sabia das agressões e afirmou que a própria mãe da criança pediu que ela mentisse para a polícia há duas semanas. Ela revelou, ainda, que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu.

A polícia teve acesso a uma troca de mensagens entre Monique e a prima Renata, que é pediatra. Nela, a professora desabafa que o filho sentia medo excessivo e que, quando encontrava Jairinho, tremia e chegava a vomitar. A médica aconselhou sessões de terapia e disse que não havia necessidade de psiquiatra. Por fim, Renata conclui que a mudança de comportamento em crianças costuma ser normal.

O laudo sobre a morte de Henry aponta que o menino já estava morto havia, pelo menos, uma hora quando foi retirado pela mãe e o padrasto do apartamento onde morava. Para chegar a essa conclusão, os peritos analisaram as imagens do elevador do prédio e observaram indícios como: cor da pele, cor dos lábios e rigidez do corpo.

Matheus Falivene, doutor em direito penal pela USP, disse que a nova descoberta pode agravar, ainda mais, a situação do casal.

“Dependendo das circunstâncias, o juiz pode aumentar a pena com base nisso por conta da culpabilidade elevada. Eles tiveram um ‘agir’, socialmente, mais reprovável que o normal por não terem prestado socorro à criança a tempo, deixado ela morrer”, explica.

Um novo vídeo divulgado, ontem, mostra Henry mancando; o que, segundo a polícia, é indício de rotina de agressões.

Também nesta segunda-feira (12), a Justiça do Rio de Janeiro negou pedido de liberdade para o vereador e a professora. Por conta disso, Monique decidiu escolher novo advogado para atuar somente em sua defesa.

Veja o vídeo:

Fonte: JPNews

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