O “Bessias”, o “Tem que manter isso aí” e o “Tem que investigar governadores e prefeitos também”

O “Bessias”, o “Tem que manter isso aí” e o “Tem que investigar governadores e prefeitos também”

Não tem espaço na história, exceto no limbo destinado aos traidores.

“Estou mandando o Bessias com o papel. Só usa em caso de necessidade.” (ROUSSEFF, Dilma)

“Enfia o processo no c*.” (LULA, Luis Inácio)

“Tem que manter isso aí.” (TEMER, Michel)

“Tem que investigar governadores e prefeitos também.” (BOLSONARO, Jair Messias)

Ao contrário dos outros Presidentes, tudo que é vazado sobre Bolsonaro diz muito mais sobre quem vazou do que sobre ele próprio; que só demonstra estar agindo exatamente como o prometido e esperado.

Não foi diferente quando o “biografado” vazou a reunião ministerial. Não provou nada contra o Presidente, mas mostrou que o “Triplo Ex” (ex-juiz, ex-ministro, ex-futuro Ministro do STF) tomou um esporro homérico por sua omissão em relação aos abusos cometidos no “combate à pandemia” e por seu posicionamento desarmamentista, absolutamente alheio à agenda do governo eleito pelo povo.

Agora, Kajuru mostra que é o Kajuru. Nada além. Um traidor covarde e falastrão. Um homem cuja trajetória profissional e as declarações ao longo da vida falam por si só. Nenhuma surpresa.

Mais um dos tantos aproveitadores eleitos pela síndrome de vira-latas da direita carente, que abana o rabo para qualquer um que lhe faça um “cafuné” ou lhe joga um pedacinho de pão velho.

Não tem espaço na história, exceto no limbo destinado aos traidores.

“O povo ama a traição, mas odeia os traidores.” (CÉSAR, Júlio)

O Brasil não é para amadores.

Foto de Felipe Fiamenghi

Por Felipe Fiamenghi*

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