TSE lança campanha e número de deslikes revela o que os brasileiros pensam das urnas eletrônicas (veja o vídeo)

TSE lança campanha e número de deslikes revela o que os brasileiros pensam das urnas eletrônicas (veja o vídeo)

A urna tem sido parte da solução da segurança, um sistema íntegro e que tem permitido a alternância de poder

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o comando do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, lança nesta sexta-feira (14), campanha institucional sobre a segurança, transparência e auditabilidade do processo eleitoral. O evento será transmitido, ao vivo, pelo canal do TSE no YouTube, rádio e TV Justiça. Mas, pelo número de “deslikes” e comentários nada positivos dos internautas, já se sabe qual a opinião que o povo brasileiro tem sobre os equipamentos.

A intenção de Barroso é comprovar a eficiência e segurança do que completou 25 anos nesta quinta-feira (13). Na ocasião, o ministro afirmou que as urnas eletrônicas são a garantia de eleições seguras e transparentes.

“O Brasil tem muitos problemas que o processo democrático e a democracia ajudam a enfrentar e resolver. Um desses problemas não é a nossa urna eletrônica. A urna tem sido parte da solução da segurança, um sistema íntegro e que tem permitido a alternância de poder; sem que jamais tenha questionado de maneira documentada e efetiva a manifestação da vontade popular”, acredita.

Nos comentários, um internauta disse:

“Não confiamos nem no STF, quem dirá nas Urnas”, ironizou.

Em seguida, outro inscrito no canal alertou:

“Voto impresso e auditável já! Nada quem vem do STF o povo brasileiro confia”, bradou.

Imagem em destaque

Na mesma data em comemoração ao aniversário da urna, a Câmara dos Deputados instalou Comissão Especial para discutir a PEC que obriga a impressão de votos no Brasil. A deputada federal Bia Kicis (PSL), autora da proposta, elogiou os equipamentos eletrônicos, mas diz que a impressão do voto trará libertação ao eleitor.

“Mas nós temos que olhar para frente e nós temos a convicção de que por melhor seja o sistema, ele não é o melhor que a gente pode conseguir. Temos a Argentina, por exemplo, que possui urnas de terceira geração, enquanto o nosso sistema possui sistema de primeira geração. O nosso sistema permite uma eleição célere, uma eleição muito simplificada, mas ele não dá a devida segurança e transparência”, disse.

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), fez coro à afirmação da presidente da CCJ e disse que a população precisa ser ouvida.

“A comissão na Câmara dos Deputados para que a gente possa votar no plenário e daí mandar para o Senado em tempo hábil para que as providências sejam tomadas e a voz da população seja ouvida. Nós queremos votar e queremos ter a certeza que esse voto é confirmado da maneira como a gente colocou”, afirmou.

Barroso esteve nas últimas eleições presidenciais americanas como convidado a observar o sistema eleitoral do país. A disputa foi considerada a mais fraudulenta da história, com vários indícios de manipulação dos votos. A Suprema Corte dos Estados Unidos, no entanto, não viu problema algum e manteve o democrata Joe Biden vitorioso.

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

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