Plano de Aceleração de Vacinação busca “imunidade coletiva” da população rondoniense

Plano de Aceleração de Vacinação busca “imunidade coletiva” da população rondoniense

A campanha também reforça a importância da segunda dose da vacina.

O Plano de Aceleração de Vacinação, anunciado nesta semana pelo Governo de Rondônia, por meio da Agência de Vigilância em Saúde (Agevisa), tem como meta conscientizar a população quanto à importância de completar o ciclo vacinal contra a covid-19 para o alcance da imunidade coletiva das pessoas, que ocorre quando o número de adultos vacinados chega a 70% da população imunizada.

A campanha adota a letra V como símbolo, dando o significado de “vacina”, “vitória” e “vida”. Porque a vacinação completa diminui os índices de internação e óbito. “Então é importante que a gente esteja completamente vacinado”, destaca a coordenadora estadual de covid da Agevisa, Flávia Serrano, que ressalta ainda que a população precisa tomar a segunda dose, pois “isso é muito importante dentro desse processo de vacinação e o alcance de uma população mais protegida”.

A campanha também vai ajudar os municípios na gestão dos registros das vacinas que serão incluídos nas estatísticas do Ministério da Saúde, para que os números reflitam os verdadeiros indicadores da população vacinada. Somente dessa forma, será possível avançar na vacinação de novas faixas de idades como já fazem outros Estados.

SEGUNDA DOSE

Os municípios atingiram um “patamar altíssimo de vacinação de primeira dose”, de acordo com Flávia Serrano, mas é preciso que as pessoas se conscientizem e retornem aos postos para a segunda dose do imunizante.

A coordenadora destaca que as pessoas não estariam retornando aos postos de vacinação porque a maioria fica aguardando o chamado, que não vai acontecer. A recomendação é que ao chegar o prazo previsto, a pessoa se informe com a prefeitura local e verifique se já pode tomar a segunda dose.

Outra observação importante é quanto à redução de prazo entre a primeira e segunda doses das vacinas AstraZrneca e Pfizer. A AstraZeneca com intervalo menor de 45 dias e a Pfizer, 60 dias, dependendo da disponibilidade de doses nos municípios.

Flávia Serrano explicou que muitas pessoas não retornam para tomar a segunda dose da vacina por causa das fake news que informam erroneamente, embora os protocolos para redução do intervalo entre as duas doses das vacinas tenham sido elaborados com base na prescrição da bula do própria imunizante.

Na história das vacinas, sempre houve também uma certa resistência das pessoas tomarem a segunda dose, de uma forma geral. No cenário da pandemia, “a segunda dose é mais importante hoje do que foi ontem. É preciso acabar com esse receio, por qualquer que seja o motivo, e lembrar que nós estamos lutando contra um só inimigo que o Sars-Cov-2”, finaliza a profissional.

Fonte: Agevisa

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