Bolsonaro diz ter ‘paraquedas reserva’ para viabilizar Auxílio Brasil

Governo admite risco de PEC dos Precatórios, que equaliza teto de gastos e programas sociais, não ser aprovada no Congresso

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, neste sábado (30), em Roma, na Itália, que tem um “paraquedas reserva” para viabilizar o Auxílio Brasil, programa que substitui o Bolsa Família e pagará, no mínimo, R$ 400 a cerca de 17 milhões de famílias no país.

Após participar da reunião do G20, o grupo dos países mais ricos do mundo, Bolsonaro admitiu preocupação com o risco de o Congresso não aprovar a PEC dos Precatórios, que equilibra o respeito ao teto de gastos públicos com o espaço fiscal necessário para garantir os programas sociais. Se a aprovação não ocorrer, o governo ficará com recursos escassos para os ministérios em 2022 e terá o novo programa social sob risco de não sair do papel.

“É lógico que [a não aprovação da PEC] preocupa. O presidente do Senado [Rodrigo Pacheco] estará em Glasgow na próxima semana, e nós nos preocupamos porque o ano está acabando. Agora, passa de aproximadamente R$ 30 a R$ 35 bilhões para R$ 80 bilhões. Logicamente, consome todos os recursos nossos. Se for paga essa dívida, os ministérios praticamente ficarão sem recursos para 2022”, explicou.

Em seguida, porém, Bolsonaro disse ter alternativa em caso de derrota no Parlamento. “Eu sou paraquedista, tá? Sempre tem um paraquedas reserva comigo, mas sempre com muita responsabilidade”, disse.

“Economia voltando”

Bolsonaro também repetiu o que disse mais cedo ao premiê da Turquia, Recep Erdogan – que a economia brasileira “está indo muito bem” –, e voltou a afirmar que, como disse “lá atrás”, existem “dois problemas: o vírus e o desemprego”. Ele relembrou programas de estímulo à manutenção do emprego, como o Pronampe e o Bem, e o auxílio emergencial, “que mudou a economia também, atendendo 68 milhões de pessoas”

“O Brasil fez o dever de casa e não mediu esforços para atender os mais necessitados. Precisamos agora, sim, investir na retomada da economia”, destacou.

Em seguida, fez um alerta ao mercado financeiro: “O mercado tem que entender que, se o Brasil for mal, eles vão se dar mal também. Parece até que somos um time jogando contra. Somos do mesmo time. O mercado, toda vez, nervosinho, atrapalha e muito o Brasil”.

O presidente também disse que viu, na imprensa, a imagem de brasileiros revirando restos de ossos para buscar restos de alimento. “Há pouco a grande mídia publicou um caminhão de ossos e o povo pegando lá restos de comida. A gente lamenta. Agora, quando dobro o valor do tíquete médio do Bolsa Família, quando passo de R$ 198 para R$ 400, a mesma mídia me critica por querer furar o teto”, disse.

Em seguida, garantiu que não haverá furo no teto em 2021: “Deixando bem claro, no ano passado, foram R$ 700 bilhões além do teto. Neste ano, com a questão dos precatórios, nós não furaremos o teto. Muita responsabilidade da equipe econômica”.

Futuro da pandemia

Após o encontro com os líderes do G20, Bolsonaro disse que faria um resumo das falas e o publicaria nas redes sociais. Adiantou, porém, que a China e a Índia planejam produzir grande quantidade de imunizantes contra a Covid-19 em 2022.

“A Índia disse que vai produzir 5 bilhões de vacinas no ano que vem, e a China, mais 2 bilhões no corrente ano. Outros chefes de Estado disseram – me pajeando, mas tudo bem – que teríamos que conviver com o vírus por muito tempo. Outros disseram que a vacina tem que ser um bem universal, não pode ter qualquer lucro em cima dela. Então, cada chefe de Estado disse uma coisa. Não vou fazer juízo de valor porque dá uma distorção enorme e críticas para cima da gente”, finalizou.

Fonte: R7

CN

G20: presidente destaca avanço da vacinação contra covid-19 no Brasil

Bolsonaro participa em Roma de reunião de cúpula do grupo

O presidente Jair Bolsonaro destacou, neste sábado (30), o avanço da vacinação brasileira contra a covid-19, em seu primeiro discurso na Cúpula do G20. O evento reúne o grupo formado pelas 20 maiores economias do mundo, em Roma, na Itália.

“No Brasil, mais da metade da população nacional já estão plenamente imunizados de forma voluntária. Mais de 94% da população adulta já receberam pelo menos uma dose da vacina. Ao todo, aplicamos mais de 260 milhões de doses, das quais mais de 140 milhões foram produzidas em território nacional”, afirmou Bolsonaro.

Na avaliação do presidente, os esforços do G20 deveriam focar no combate à pandemia de covid-19. “Entendemos, portanto, caber ao G20 esforços adicionais pela produção de vacinas, medicamentos e tratamentos nos países em desenvolvimento”, acrescentou.

Bolsonaro afirmou ainda que, além da vacinação, o governo brasileiro trabalha uma agenda econômica para minimizar os efeitos da pandemia no país e, assim, assegurar a retomada do crescimento econômico.

“O Brasil se comprometeu com um programa extensivo e eficiente de vacinação, em paralelo a uma agenda de auxílio emergencial e preservação do emprego para a proteção dos mais vulneráveis. Estamos igualmente comprometidos com uma agenda de reformas estruturantes, essenciais para uma retomada econômica sustentada. Já conseguimos atrair um volume superior a US$ 110 bilhões em investimentos nos setores de infraestrutura e temos a expectativa de alcançar valores ainda superiores até 2022”. 

O presidente ressaltou a importância de um “comércio internacional livre de medidas distorcidas e discriminatórias”. A defesa de respostas robustas para a recuperação econômica no pós-pandemia e um comércio internacional com menos barreiras tarifárias será uma das principais bandeiras do Brasil no encontro, lembrando que o comércio e os investimentos internacionais são instrumentos poderosos para a promoção do desenvolvimento sustentável.

“Gradualmente, nossas economias recuperam-se à medida em que a crise sanitária é superada. Esses dois processos de recuperação caminham lado a lado. Ambos têm mostrado a relevância de promovermos um comércio internacional livre de medidas distorcidas e discriminatórias”, argumentou.

Fonte: Graça Adjuto A/B

CN

Governo Bolsonaro ultrapassa 3 milhões de empregos com carteira assinada (veja o vídeo)

Bolsonaro anunciou que o país criou mais 313 mil novas vagas de empregos formais no mês de setembro

Em sua tradicional live semanal, realizada na quinta-feira (28), Jair Bolsonaro anunciou que o país criou mais 313 mil novas vagas de empregos formais no mês de setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

Segundo o presidente, o acumulado, em pouco mais de 2 anos e nove meses de mandato, já ultrapassa os 3,3 milhões de vagas com carteira assinada.

Bolsonaro citou que, mesmo com a pandemia, o país segue no caminho certo e deve continuar a gerar empregos em grande quantidade.

Fatos que deixam os esquerdopatas em pânico profundo!

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

CN

Morre o jornalista e compositor Silvio Santos, o “Zekatraca”, aos 74 anos em Porto Velho

O jornalista, foi internado há cerca de duas semanas e nos últimos dias apresentou melhora no quadro clínico, mas piorou na quinta-feira.

O jornalista e compositor rondoniense Silvio Macedo dos Santos, o “Zekatraca”, morreu na madrugada deste sábado (30), aos 74 anos, vítima de covid-19, em Porto Velho.

Um dos fundadores da Banda do Vai Quem Quer, Silvio foi internado há cerca de duas semanas e nos últimos dias apresentou melhora no quadro clínico, mas teve acentuada piora na quinta-feira.

Silvio atuou na imprensa com sua famosa coluna “Lenha na Fogueira”, desde 1.994, por mais de 20 anos no jornal Diário da Amazônia e depois em vários sites, sempre dedicada ao meio cultural. Atuou como compositor de músicas carnavalescas e também em bois bumbás.

O jornalista nasceu em 8 de dezembro de 1946, na localidade de Santa Terezinha, distrito de São Carlos, em Porto Velho.

Fonte: Rondônia Agora

CN

A “cartada de mestre” da advogada de Bolsonaro que ceifou a “trama” da esquerda (veja o vídeo)

O primeiro com as alegações da defesa e o segundo com o voto do relator

A advogada que fez a defesa de Bolsonaro no processo que tentava cassar a chapa do presidente com o vice, Hamilton Mourão, vencedora nas eleições presidenciais de 2018, precisou de poucos minutos para mostrar que os acusadores não teriam sucesso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No julgamento, iniciado na terça (26), Karina Kufa comprovou que as acusações foram fundamentadas apenas em matérias jornalísticas, sem qualquer prova material, recibos ou mesmo a movimentação em dinheiro que comprovasse a compra de disparos em massa pelas redes sociais.

Da mesma forma, a advogada de Mourão, Karina Fidelix, demonstrou que não houve qualquer comprovação de abuso de poder econômico ou de abuso dos meios de comunicação pelos investigados.

O relator do processo, ministro Luís Felipe Salomão, entendeu que também não há provas de disparos ou de alcance ou repercussão entre os eleitores, votando contra a cassação, no que foi acompanhado por todos os demais ministros.

O pedido de cassação foi protocolado por meio de duas ações da coligação que foi formada por PT, PCdoB e PROS.

Assim, o julgamento foi encerrado nesta quinta-feira (28), com decisão unânime: 7 a 0.

Aqui, o leitor poderá assistir dois vídeos rápidos. O primeiro com as alegações da defesa e o segundo com o voto do relator

Confira:

Fonte: JCO

CN

Finalmente, surge a explicação convincente e verdadeira sobre o 7 de setembro

Se fosse fácil acabar com os problemas pelas armas, o mundo já teria resolvido todos os seus problemas, mas isso jamais aconteceu.

Após novas decisões judiciais estarrecedoras, a pergunta que não quer calar é: porque o Presidente “não fez nada” após o glorioso Sete de Setembro?

Alguns ainda o criticam pela “Carta à nação”, com participação de Temer – note bem – eterno protetor de seu indicado ao supremo.

O amigo Adilson Veiga fez um belo texto falando sobre o Bom senso conservador, que vale a pena ser lido: o conservador é ponderado e pensa no futuro. Um bom exemplo foi como agiu o Presidente.

O olhar que lanço aqui é o momento em que Bolsonaro chegou ao palanque das maiores manifestações da história do Brasil. Pense bem, milhões lhe apoiando nas ruas!

Claro que ele poderia dar um grito para “tomar o poder” – ao estilo revolucionário e, literalmente, seria apoiado por todo aquele povo reunido – não há exército capaz de parar tal movimento, a não ser com um democídio em massa!

Mas ele não o fez! Sabe porquê? Explico.

Toda sociedade precisa ter um tecido social harmônico, pautado pelo respeito e liberdade, apesar das diferenças. Quem quiser governar – numa Democracia digna do nome – precisa convencer o povo. E, quando não convence mais, troca-se na eleição seguinte ou, em casos gravíssimos, num impeachment.

Governar na base do fuzil, não é governar, mas implantar um sistema totalitário. O “paraíso” socialista acabou na URSS, apesar de décadas de medo. Se fosse fácil acabar com os problemas pelas armas, o mundo já teria resolvido todos os seus problemas, mas isso jamais aconteceu.

Um caso famoso foi Esparta, terra de guerreiros que não existe mais. Em contrapartida, o berço das Democracias, Atenas, mesmo com sérios problemas há milênios, se depurou e existe até hoje.

Vamos imaginar o que aconteceria, se Bolsonaro tivesse caído na tentação de “tomar o poder” – como Zé Dirceu gosta de propor.

O que faria com os demais Poderes? Iria prender? Todos? Alguns? Quantos? Quais? Onde colocar? Haveria confronto? Claro que sim! Poderiam haver mortes, num enfrentamento? Por menor que fosse o enfrentamento – e sabemos que os radicais da esquerda iriam enfrentar, pois querem isso mesmo – certamente haveriam mortes.

Como cumprir uma constituição parlamentarista sendo Presidente e poder único? E a Constituição? Seria feita uma, às pressas – nas coxas, ao modo soviético – para justificar possíveis ações arbitrárias? E como reagiriam às nações? E os poderosos do G8? Haveria risco de retaliação?

Quem nega esses riscos, não entende nada de política e nem de geopolítica.

Como reagiriam os investidores? Calejados de “golpes” na América Latina, muito provavelmente iriam paralisar investimentos – ninguém coloca seu dinheiro onde não há mínima segurança.

O dinheiro, que hoje é injetado graças à nova postura do Brasil de Bolsonaro, só voltaria quando as coisas se acalmassem. Essa é uma questão incontornável. Ou, à moda socialista, iríamos nos “fechar” para o mundo e viver como Cuba?

Quando as coisas iriam se acalmar? Quem pode prever? Os investimentos levaram três anos para retornar, pós-1964. Como ficariam os empregos dos trabalhadores, num país que ainda não superou os problemas da era petista e os efeitos da pandemia?

E mais do que isso: quanto tempo o povo iria suportar um “novo regime”? A adesão e apoio aos militares, foi caindo gradativamente durante os dez primeiros anos. Os dez anos seguintes foram ainda piores, com a esquerda inflamando o povo contra os militares. Por isso, voltaram ao poder.

Por que foi assim? Porque não cumpriram a promessa de restaurar a Democracia a curto prazo e, com a economia patinando, a esquerda – especialista em ódio – tirou proveito.

Percebe que a questão não é simples, e não é num estalar de dedos que se reverte 35 anos de aparelhamento e formação de mentes da sociedade? E nem se resolve apontando um fuzil: não somos revolucionários com sinal trocado!

Essa história de que está “decepcionado” com JB, não dá mais, né?

Já se colocou no lugar dele? Fez essas perguntas? É o que faz um verdadeiro conservador. É irreal exigir que o Presidente, sozinho e em um mandato, resolva o que deixamos se instalar por décadas. Quem promete essa façanha, está mentindo! Ou quer guerra civil e não se importa com a vida do povo.

Quem age movido pela emoção talvez nem percebeu o maior fruto de Sete de Setembro: as FFAA foram convidadas para participar de todo – repito – todo o processo eleitoral. Só esse fato já confirma a pré-candidatura de Bolsonaro, que confia plenamente nas FFAA.

Será que isso impulsionou a manobra para aproximar Haddad e Alckmin podendo, em conversas, até gerar um substituto à candidatura do ex-condenado, mais temeroso com a participação das FFAA no processo?

Apenas precisamos de tempo e apoiar Bolsonaro até 2026, preparando seu substituto para continuar a retomada do Brasil. E melhor, com a economia levantada, nossas chances serão melhores.

Entendeu agora porque a decisão de Paz, de Bolsonaro, resistindo a tentação de “tomar o poder”, foi a melhor escolha?

Oro para que as pessoas se entreguem menos às emoções, reflitam mais profundamente e pensem no futuro – sem ilusão de que se pode resolver graves problemas num passe de mágica.

Por Angelo Lorenzo

CN

Porto Velho ultrapassa a marca de 600 mil doses de vacinas aplicadas contra a covid-19

Dados da imunização podem ser conferidos no Vacinômetro da Prefeitura

O município de Porto Velho ultrapassou a marca de 600 mil doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas na população. O avanço na imunização é fruto das novas estratégias da Prefeitura que busca frear a proliferação do vírus.

Desde o início da campanha, um trabalho contínuo vem sendo desenvolvido pelo Departamento de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), promovendo ações estratégicas que contribuem com a diminuição de casos da doença.

Entre os exemplos, estão as 11 edições do drive-thru de vacinação, ocorridas no Prédio do Relógio, sede da Prefeitura, em horário diferenciado. As ações garantiram celeridade no processo de imunização da população.

Drive thru foi uma das estratégias de destaque para o avanço da vacinação
Drive thru foi uma das estratégias de destaque para o avanço da vacinação



VACINA NOS BAIRROS

A Prefeitura de Porto Velho não mediu esforços para levar a vacina aos porto-velhenses em áreas periféricas da cidade. Por essa razão, além dos pontos fixos de vacinação, as equipes de vacinadores passaram a atuar nos bairros em diferentes zonas da cidade, atendendo a necessidade de muitos moradores.

Outra ação paralela foi o atendimento específico às pessoas acamadas, onde a equipe Departamento de Imunização da Saúde (Semusa) conta com a atuação de equipe multidisciplinar, que faz o serviço de atendimento domiciliar. O esforço desse trabalho já conta com mais de 800 pessoas vacinadas.

VACINA NOS DISTRITOS

Os moradores dos distritos do município de Porto Velho, também têm sido assistidos com a aplicação dos imunizantes. As equipes de vacinadores se deslocam às localidades, aos fins de semana, para atender às comunidades. Um trabalho intenso convertido em gratidão e esperança.

SAÚDE ITINERANTE

Para seguir com o avanço na imunização, a gestão municipal inovou em suas ações no combate à covid-19 e atuou com a “Saúde Itinerante”, em parceria com a Defensoria Pública do Estado. O trailer, cedido pelo órgão, chegou a diversas associações entre elas: Associação de Amigos do Autista (Ama), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Casa Família Rosetta e Associação Pestalozzi.

CENÁRIO ATUAL

O avanço na aplicação das vacinas, a redução do número de internações e de novos casos da covid-19, fizeram com que Porto Velho avançasse para a Fase Verde, que é a 4ª e última etapa do Plano Municipal de Enfrentamento à covid-19.

“Apesar desse avanço, faço um apelo especial àquelas 70 mil pessoas que não tomaram nenhuma dose de vacina. As vacinas são seguras, estão derrubando diariamente as novas infecções e as mortes em Porto Velho. Vencemos mais uma batalha, mas a guerra ainda não está vencida. Por isso, não deixe de se vacinar, principalmente nossos idosos e o público em geral, em situação de risco”, reforçou Hildon Chaves.

Apesar dos resultados satisfatórios, a Prefeitura de Porto Velho enfatiza a importância de a população manter os protocolos de saúde, com o uso de máscara facial e utilização de álcool em gel, além de garantir a aplicação da segunda dose, para o fechamento do ciclo vacinal

Os porto-velhenses também precisam estar atentos ao cronograma da dose de reforço da vacina. Nesta sexta-feira (29), Porto Velho conta com 19 unidades de saúde, das 8h às 17h, para vacinação contra a covid-19.

Os dados da imunização podem ser conferidos no Vacinômetro.


DOSES APLICADAS (até 29/10)
Pessoas vacinadas com a 1ª dose: 350.093
Pessoas vacinadas com a 2ª dose: 227.853
Pessoas vacinadas com dose única: 9.427
Pessoas vacinadas com dose de reforço: 12.613
Pessoas vacinadas com dose adicional (imunossuprimidos): 1.006
Total: 600.992

Fonte: Semusa

CN

Vídeo: Novo temporal arranca estrutura do telhado do TRE na capital

O TRE deve se pronunciar oficialmente no sábado (30) sobre os danos.

O teto do prédio do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), em Porto Velho, desabou na sexta-feira (29). O prédio está localizado na região central da capital. Imagens mostram a estrutura momentos após o desabamento.

Os prejuízos ainda não foram contabilizados. Servidores do tribunal ainda avaliam os estragos. O TRE deve se pronunciar oficialmente no sábado (30) sobre os danos.

Até o momento, se sabe que o temporal arrancou todo o telhado do tribunal. Veja na foto abaixo:

Teto do TRE-RO desaba em Porto Velho  — Foto: Eduarda Dejan/Rede Amazônica
Teto do TRE-RO desaba em Porto Velho

Tornado no dia anterior

Um tornado atingiu Porto Velho no início da tarde de quinta-feira (28) e causou vários estragos. Segundo o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), o raro fenômeno atingiu a categoria F0 na Escala Fujita, que mede a intensidade dos tornados e vai de 0 a 5.

Conforme explicado pelo Censipam, os tornados são medidos pela proporção de estrago que causam, enquanto seu tamanho físico indica a sua ferocidade.

Estragos causados pelo temporal em Porto Velho

Fonte: Rondônia Agora

CN

Novo secretário descarta Plano B para Auxílio Brasil de R$ 400

Elevação do teto permitirá sobra de R$ 10 bilhões em 2022

A equipe econômica não tem um plano alternativo para viabilizar o Auxílio Brasil, com benefício mínimo de R$ 400 por família, caso a proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios não seja aprovada pelo Congresso, disse hoje (29) o novo secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago. Ele afirmou que o Ministério da Economia não trabalha com a decretação de um estado de calamidade pública para executar recursos fora do teto de gastos.

“O Ministério da Economia não trabalha com outra opção que não seja discussão do texto da PEC dos Precatórios”, disse Colnago, na primeira entrevista coletiva depois de assumir o cargo. Ele respondeu a uma pergunta sobre uma eventual decretação de calamidade pública para abrir brecha para a edição de créditos extraordinários, que por definição estão fora do teto de gastos, nos Orçamentos de 2021 e 2022.

Tanto em 2020 como neste ano, os créditos extraordinários foram usados para bancar o auxílio emergencial e financiar outras medidas de enfrentamento à pandemia de covid-19. Colnago tomou posse como secretário do Tesouro nesta semana, após a renúncia de Bruno Funchal, que pôs o cargo à disposição, junto com três secretários, por não concordar com a proposta da PEC de flexibilizar o teto de gastos.

Em relação à folga de R$ 91,6 bilhões no teto de gastos em 2022 a ser aberta caso a PEC dos Precatórios seja aprovada, Colnago disse que sobrarão R$ 10 bilhões para recursos livres. Segundo o secretário, do espaço fiscal total a ser aberto: R$ 50 bilhões financiarão o benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil e R$ 24 bilhões serão irão para a Previdência Social para garantir a reposição da inflação mais alta para aposentadorias, pensões e demais benefícios.

Com o fim do auxílio emergencial, que deixará de ser pago no domingo (31), cerca de 29 milhões de trabalhadores informais não inscritos no Bolsa Família deixarão de receber o benefício e não serão migradas para o Auxílio Brasil. Segundo Colnago, não cabe ao Ministério da Economia avaliar o impacto do fim do benefício para essas famílias. “Essa política é do Ministério da Cidadania”, rebateu.

Banco Central

O novo secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, também participou da entrevista. Ele disse que o Tesouro Nacional trabalhará em coordenação com o Banco Central (BC) e atuará no mercado de títulos públicos caso seja necessário. “Se for necessário o Tesouro atuará e, como sempre, em conjunto com Banco Central”, declarou.

Em relação às turbulências recentes, Valle disse que o Tesouro está diminuindo a oferta de papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão) e aumentando as vendas de títulos corrigidos pela Selic (juros básicos da economia) e pela inflação. Com a turbulência nos mercados nos últimos dias, as taxas pedidas pelos investidores para títulos prefixados nos últimos dias chegaram a ultrapassar 12% ao ano.

Para Valle, a instabilidade no mercado de títulos públicos, que registrou nos últimos dias diversas interrupções nos leilões do Tesouro Direto, deve-se à incerteza com a votação da PEC dos Precatórios. Colnago afirmou que a equipe econômica só voltará a manifestar-se sobre o tema caso o texto seja mudado e a folga no teto de gastos seja alterada.

Verbas para educação

Rebatendo o argumento de diversos governadores, Colnago negou que a PEC dos Precatórios diminua as verbas para a educação dos governos estaduais. “O fato de algum estado fazer acerto de contas com precatórios do Fundef e dívidas com a União não altera em nada o orçamento da Educação. O que a PEC permite é fazer esse encontro de contas”, justificou.

Segundo alguns estados, o parcelamento de precatórios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) e do atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) diminuiria o pagamento de dívidas relacionadas à educação, prejudicando os governos locais.

Colnago esclareceu que o texto da PEC dos Precatórios não abre exceção para dívidas antigas do Fundef. “O texto da PEC não entra no mérito de qual é a decisão judicial que originou precatório”, explicou. Diversos parlamentares têm pressionado para que os precatórios do Fundef não sejam parcelados. Criado em 1997, o Fundef foi substituído pelo Fundeb em 2007. Em 2020, o Fundeb foi renovado em caráter permanente.

Por Wellton Má

CN

Dólar fecha a R$ 5,64 e acumula alta de 3,67% em outubro

Bolsa caiu 6,74% no mês e está no menor nível desde novembro

Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,65 e encerrou outubro com alta de quase 4%. A bolsa de valores teve o segundo dia consecutivo de queda e continua no nível mais baixo desde novembro do ano passado.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 5,646, com alta de R$ 0,021 (0,37%). A cotação chegou a cair para R$ 5,60 pouco antes das 16h, mas subiu novamente perto do fim dos negócios.

A divisa fechou outubro com alta de 3,67%, depois de subir 5,30% em setembro. Em 2021, a moeda acumula valorização de 8,82%.

O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa fechou o dia aos 103.501 pontos, com recuo de 2,09%. O indicador está no menor nível desde 12 de novembro do ano passado.

A queda desta sexta-feira foi puxada pelas ações da Petrobras, após declaração do presidente Jair Bolsonaro de que busca uma forma de mudar a lei para interferir na política de preços da empresa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 6,49%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 5,9%.

Com o desempenho de hoje, a bolsa encerrou outubro com queda de 6,74%. Esse foi o quarto mês seguido de baixa no índice Ibovespa. Em 2021, o indicador acumula perda de 13,04%.

As tensões em torno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e muda o cálculo do teto de gastos continuaram a dominar a sessão. Hoje, o Ministério da Economia divulgou que a aprovação da PEC liberaria R$ 91,6 bilhões em 2022. O impacto é maior que o inicialmente divulgado pelo governo e por parlamentares, que projetavam a liberação de R$ 83,6 bilhões.

Em relação ao mercado de câmbio, a alta do dólar não se deve apenas aos fatores internos. A moeda norte-americana subiu perante as principais divisas do mundo, até em relação ao euro. Hoje, o real perdeu menos valor que o peso mexicano e o rand sul-africano.

Por Wellton Máximo

CN