Justiça nega habeas corpus de marido acusado de assassinar esposa em RO

Criminoso está preso preventivamente desde o dia 19 de agosto.

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) negou nesta semana o pedido de habeas corpus para Ismael Correas. Ele está preso preventivamente desde o dia 19 de agosto, em Rolim de Moura (RO), acusado de ter matado a tiros a esposa, Márcia Fernanda Martins, dentro de um carro.

Para o desembargador José Antonio Robles, relator do processo, ainda há uma necessidade da manutenção da prisão preventiva de Ismael.

Como ainda há testemunha do caso para ser ouvida, no entendimento do desembargador, a soltura do investigado repercutiria não apenas com a sensação de impunidade, mas também poderia gerar sério temor em todos que podem contribuir com a total elucidação dos fatos.

No dia do crime, Ismael Correas, posicionou o carro, que conduzia ao lado direito do carro em que Márcia estava no banco de passageiro e atirou contra ela.

Assassinada dentro de carro

Segundo o boletim da delegacia do dia em que a vítima foi morta. O corpo dela foi achado dentro de um veículo em Rolim de Moura.

Segundo a Polícia Militar (PM), ao atender a ocorrência na época, o corpo de Márcia Fernanda Martins de 30 anos, estava no banco do carona, na parte da frente.

Na época, a perícia constatou que a vítima tinha várias perfurações de arma de fogo no lado direito do corpo.

Enquanto a polícia atendia o homicídio, uma testemunha se apresentou e relatou que estava dirigindo o veículo onde Márcia foi encontrada. Ela disse que uma amiga também estava junto no momento dos disparos.

A testemunha explicou que enquanto trafegava na via, o condutor de uma caminhonete se aproximou do direito do carro e realizou diversos disparos. Naquele momento, temendo morrer, o motorista disse que saltou do veículo em movimento e que o carro então se chocou contra um poste de energia.

Na mesma noite de 19 de agosto, o condutor da caminhonete, Ismael Correas, se apresentou na Unisp e confessou ter atirado na esposa Márcia.

Na delegacia, o homem entregou o revólver com três munições intactas e cinco deflagradas. Indagado sobre o motivo do crime, ele preferiu se manter calado.

Fonte: G1/RO

CN

Audiência pública debate avaliação e diagnóstico do Plano Estadual de Educação

Assembleia reuniu representantes de órgãos públicos e particulares para discutir o futuro da educação em Rondônia

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Ale-RO) promoveu, nesta quinta-feira (04), uma audiência pública com representantes de todos os setores da educação do estado para discutir sobre as demandas decorrentes da Avaliação e diagnóstico do Plano Estadual de Educação. A referida audiência pública foi convocada pelo presidente Alex Redano (Republicanos) e proposta pelo deputado Alan Queiroz (PSDB), que é o vice-presidente da Comissão de Educação da Assembleia. Respeitando os protocolos de prevenção à Covid-19, o evento lotou o plenário e as galerias da Assembleia.

Na abertura do evento, o deputado Alan Queiroz desejou boas-vindas a todos os participantes, falando da importância de se discutir a educação do estado de Rondônia.

A primeira a fazer uma apresentação foi a doutora em Ciências Sociais, Marcele Frossard, assessora de Políticas Sociais da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. De forma virtual, ela abordou o Plano Nacional de Educação e suas implicações, que está em seu 7º ano de atuação.

“O Plano era progressivo, mas as metas não vêm sendo cumpridas desde então. Apenas cinco das 20 metas têm sido parcialmente cumpridas nesse tempo (desde 2014). Isso é grave, pois tem existido uma redução de orçamento e de investimentos. Por exemplo, a meta até 2016 era de universalizar que as crianças com idade entre 4 a 5 anos estivessem em creche ou pré-escola. Não chegamos a meta, nem mesmo em 2019”, explicou.

Segundo ela, “são metas muito básicas, que melhoram a qualidade e a abrangência da educação, mas que não atingimos. E com os cortes no orçamento da educação pública que observamos, essa situação não parece que será revertida, infelizmente”.

Marcele Frossard apontou ainda que a meta de universalizar o ensino fundamental de 9 anos, para a população de 6 a 14 anos, com 95% concluindo na idade recomendada, não foi também atingida. “Temos apenas cerca de 15% das metas atingidas. Temos ainda uma falta de dados oficiais atualizados, desde 2020. A covid-19 também ocasionou uma evasão escolar e não temos esses dados precisos.

Após a ponderação de Marcele Frossard, Alan Queiroz disse que “sempre houve essa dificuldade de atingir as metas, seja na União, nos Estados ou municípios. E no meio desse caminho, ainda surgiu algo novo, que foi a pandemia, que trouxe mais problemas. Temos uma realidade presente aqui em Rondônia: os alunos do meio rural acabam saindo da escola para exercer atividades com a família. E como podemos enfrentar essa realidade tão desafiadora? Acredito que com planejamento e orçamento”.

A professora Walterlina Brasil, coordenadora do Fórum Estadual de Educação, disse que “o fundamental é dizer que hoje, nesta Casa, tendo o deputado Alan Queiroz como membro no Fórum Estadual de Educação, estamos num momento de prestação de contas. Com longas passadas e muitas dificuldades, estamos nessa luta”.

A conselheira estadual de Educação, Adir Josefa de Oliveira, fez uma observação importante: “a educação é um assunto que não esgota nunca. Está sempre em pauta, sempre sendo discutida, mas sempre atrasada, por incrível que pareça. Temos o desafio do novo ensino médio e hoje vamos falar do foco que é fundamental para o desenvolvimento do país”.

Jair Santiago Coelho, coordenador de educação do Sesi/Senai destacou a importância de se discutir o desenvolvimento da educação no estado. Fez um relato das atividades do Serviço Social da Indústria no que diz respeito a educação, não apenas a técnica, mas de todas as fases educação que o Sesi desenvolve. Jair parabenizou a iniciativa do deputado Alan Queiroz pela realização da audiência, parabenizou a participação em massa dos órgãos interessados e se colocou à disposição para ajudar no que for necessário para melhorar a educação da população de Porto Velho e de Rondônia.

O Deputado Estadual Cirone Deiró (Podemos) utilizou a tribuna durante a sessão solene e destacou o trabalho realizado pela Comissão de Educação da Assembleia, a atuação de órgão como o Ministério Público, governo e municípios, mas destacou que “estamos longe da nossa necessidade para que possamos atender à população no que diz respeito à educação. Apesar dos investimentos previstos por lei, ainda se investe pouco na educação. Temos creches em construção há anos, sem previsão de término, temos escolas necessitando de reformas, de investimentos, temos professores e cuidadores que precisam de maior atenção, de capacitação e de valorização. Estamos avançando e essa audiência pública é uma amostra do compromisso público e particular no que diz respeito à educação e temos certeza que se cada um de nós, cada um dos nossos órgãos fizer a sua parte, conseguiremos vencer essa barreira e proporcionar uma educação de maior qualidade para as nossas crianças e adolescentes, jovens e adultos”, disse o deputado.

O secretário Geral do Controle Interno do Tribunal de Contas do Estado, Marcos César, informou que “o TCE tem atuado no acompanhamento das ações ligadas à educação, que foi definida como política pública central nos próximos oito anos, estabelecendo metas”. O TCE apresentou, na sequência da audiência, um painel mostrando as ações do TCE no que diz respeito à educação.

O promotor de Justiça da Educação, Julian Farago ressaltou que, no início da pandemia, os principais focos eram as questões ligadas à saúde e à economia. Segundo ele, a educação, no auge da pandemia, ficou em um “lugar de menor destaque”.

“Conforme fomos vencendo as questões sanitárias, a educação foi voltando para um lugar de onde nunca deveria ter saído. Hoje, talvez, as duas áreas que mais se busque discussão e aperfeiçoamento são a economia e a educação. No entanto, reforço que a educação ficou negligenciada, porém, é um setor que merece ampla atenção”, afirmou o promotor.

Juliano enalteceu as ações do Gabinete de Articulação para Enfrentamento da Pandemia na Educação em Rondônia (GAEPE-RO) que, segundo ele, tem mostrado que a melhor forma de atuar em prol da educação é de maneira articulada, em conjuntos com as instituições públicas, para que o setor alcance um nível considerado ideal.

Edslei Rodrigues de Almeida, Pró-reitor do Instituto Federal de Rondônia (Ifro) também participou da reunião de destacou a contribuição que pode ser dada pela rede federal de educação, não só com a realização de cursos e graduação de professores, mas com a educação inclusiva, através dos intérpretes de libras, do apoio técnico e estrutural. “Vamos discutir e colaborar com a nossa educação, para que possamos buscar sempre a melhor forma e estratégia para o crescimento da educação. O Ifro está de portas abertas para que possamos fazer parcerias com estado e municípios, para que possamos proporcionar uma educação cada vez de mais qualidade”, disse.

A reitora da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Marcele Regina, afirmou que “quero reforçar nesse momento o compromisso da Unir em seguir atuando e colaborando não só com os docentes incluídos na pauta de construção das metas, mas também na execução. É fundamental reforçar o compromisso dos entes públicos com o alcance dessas metas. É preciso criar ações estratégicas e coordenadas, para alcançarmos essas metas”.

Raimundo Nonato, representando a Central Única dos Trabalhadores (CUT) destacou que é necessário priorizar algumas ações, especialmente nesta época de pandemia. Destacou as ações necessárias na área de educação e apontou a necessidade de cumprimento de metas do Plano Estadual de Educação.

Representando o Sintero, a secretária-geral da entidade, Dioneida Castoldi, afirmou que, discutir sobre educação é um assunto que exige compromisso, paciência e empenho. “Afinal, estamos aqui discutindo a única chance que o Brasil tem de se tornar uma potência, como tanto sonhamos. Viemos pautar o Plano Estadual de Educação, construído há quase 10 anos para que nós não tivéssemos que estar aqui, hoje, e começarmos tudo novamente. Precisamos, em primeiro lugar, universalizar e oferecer acesso à educação de qualidade, e em segundo, falar de investimento no setor, para sairmos desse patamar de exclusão, desvalorização, desinteresse e falta de acesso. E vale ressaltar que temos um Plano Estadual de Educação desde 2014, se ele tivesse sido implantado verdadeiramente, a educação não teria sofrido os reflexos da pandemia”, defendeu Castoldi.

O presidente do TCE, conselheiro Paulo Cury, estava em sessão ordinária na Corte, mas mesmo assim fez questão de estar presente. “É fundamental discutir, mas é preciso implantar de fato os planos de educação. O TCE optou priorizar a educação pública em suas ações, definida em planejamento estratégico, calcada na educação infantil e educação na fase certa. Reunimos os diferentes atores nessas discussões e seguimos com esse objetivo”.
Cury aproveitou para informar que “antes o TCE agia para verificar a conformidade dos processos, de acordo com a legislação vigente. Hoje, verificamos o melhor diagnóstico e as boas práticas, mas agora estamos cooperando com a gestão, no tocante à alfabetização. Começamos por Porto Velho, já atingimos oito municípios e queremos atingir 100% do Estado”.

O presidente da Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e a Pesquisa (Fapero), Paulo Haddad, parabenizou a iniciativa dos deputados Alan Queiróz (PSDB) e Cirone Deiró (Podemos) pela realização da audiência pública e disse que os parlamentares trouxeram para ser discutida, uma preocupação nacional. “Sobretudo, uma preocupação do nosso estado, que envolve nosso futuro, o futuro dos nossos filhos. Seria importante se aqui estivessem os 24 deputados, pois é importante criarmos massa. Trago ainda minha preocupação pessoal que é sobre o letramento digital, ou seja, a incapacidade dos nossos alunos, das nossas crianças e jovens, de participarem do mundo atual. Existem inúmeras indústrias de tecnologia no Brasil precisando de mão de obra, pagando razoavelmente bem, bom plano, mas precisam contratar profissionais de Bangladesh, Paquistão, Índia porque não temos mão de obra com capacidade formada. Deixo um pedido aos deputados presentes, que os senhores pressionem seus colegas da bancada federal, para que possamos ter uma política nacional de educação digital”, registrou Haddad.

Depois das falas iniciais, uma série de apresentações retratando a história, o presente e o futuro da educação em Rondônia, como as metas a serem atingidas nos próximos anos foram realizadas, mostrando que existe entre os gestores da educação de Rondônia, representantes de classes e de órgãos como Unir, Ifro, Assembleia e Seduc, a educação em Rondônia tem um bom planejamento, precisando apenas serem implementadas as sugestões para que que os estudantes rondonienses tenham um futuro melhor.

Encaminhando para o final da audiência pública, Andreza Dias, secretária de Educação de Ouro Preto D’Oeste, representando a União dos Secretários Municipais de Educação (Undime), informou que a entidade tem acompanhado todo o trabalho da construção dos planos municipais de educação. “Desde o início nós trabalhamos no Plano Municipal, articulado com o Plano Nacional e Estadual. Os municípios, no âmbito de cada território, têm os Fóruns Municipais de Educação, com suas representatividades locais, trabalhando e acompanhando os demais planos. Nossa preocupação é com a Meta 1, pois quando não conseguimos atingi-la, todo o sistema terá, lá na frente, os seus prejuízos. A educação infantil já deveria ser evidência há muito tempo, e hoje, trabalhamos para que essa meta seja cumprida”, informou Andreza.

Representando a Diretoria Geral de Educação (DGE), da Seduc, Silvania Gregório Carlos, afirmou que durante a pandemia, a educação não parou por nenhum dia. “Nós trabalhamos todos os dias tentando ofertar a melhor educação possível e uma das situações que quero pontuar, trata-se de uma mobilização em todo o estado, que ainda continua, por meio de uma coordenadoria criada para este propósito com o lema ‘Fora da escola não pode’, a chamada escola, que cumpre a meta 2.5, foi feita uma reprogramação antes do posicionamento o Conselho Nacional de Educação, para que a Seduc articulasse de forma urgente, como lidar durante um período tão desafiador para a humanidade. Organizamos aulas impressas, remotas, formações continuadas foram respeitadas no intuito de cumprirmos metas. Mesmo vivendo os desafios da pandemia, implantamos o Referencial Curricular do Estado de Rondônia para cumprirmos o Ciclo 2. A plataforma foi uma ferramenta muito essencial nesse contexto”, comentou Silvania entre outros dados.

“Ao meu ver, é preciso identificar os desafios, os gargalos, para poder traçarmos um plano. A gente não prepara, não acompanha e a questão tecnológica considero fundamental em ser melhor trabalhada. Me sinto feliz em poder contribuir com essa discussão, ao meu ver, muito proveitosa e saio muito contente. Contem com o meu mandato, contem com o meu gabinete sempre”, finalizou Alan Queiroz.

Texto: Jocenir Sérgio Santanna/ Eranildo Costa Luna/ Juliana Martins -ALE/RO

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Ismael Crispin visita linhas de Seringueiras e prestigia cursos de capacitação

Parlamentar destacou que cursos ajudam a desenvolver a mão de obra do município

Nesta semana, o deputado Ismael Crispin (PSB) esteve no município de Seringueiras com a vereadora Valcicleia Rufino visitando as linhas 43 e 10. Na ocasião, o parlamentar prestigiou os alunos dos cursos de embutidos defumados e inseminação artificial ofertados pelo Sistema Sindical Rural – Faperon, Senar e Sindicato dos Produtores Rurais.

Ismael destacou que esses cursos ajudam a desenvolver a mão de obra no município e, como consequência, melhoram a vida de muitos produtores e trabalhadores rurais. “Esses cursos são feitos de maneira profissional e oportunizam aos trabalhadores do campo o aumento da produtividade e da rentabilidade e até uma complementação de renda”, finalizou. 

Texto: Laila Moraes-ALE/RO

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PC investiga morte de fisioterapeuta morto após ser golpeado com faca durante partida de futebol na zona sul de Porto Velho

Jorge Augusto Barroso da Silva, de 37 anos, teria sido atacado por um ciclista. Nenhum suspeito pelo crime foi preso.

A Polícia Civil está investigando a morte do fisioterapeuta Jorge Augusto Barroso da Silva, de 37 anos. Na última quarta-feira (3), Jorge estava em um campo de futebol quando foi atacado a facadas no peito. Jorge chegou de ser encaminhado e atendido no hospital João Paulo II, mas não resistiu.

Segundo a polícia, o campo de futebol onde ocorreu o crime fica localizado no bairro Cohab, zona sul.

Aos policiais, um amigo de Jorge explicou que os dois ingeriam bebida alcoólica em uma conveniência, na madrugada, e em determinado momento Jorge saiu para urinar do outro lado do campo de futebol.

Como o fisioterapeuta não retornou, o amigo foi atrás e viu que Jorge estava sangrando.

A testemunha ainda disse que um homem que estava de bicicleta foi quem desferiu a facada em seu amigo.

Jorge chegou a ser socorrido ao pronto-socorro do Hospital João Paulo II, porém não resistiu a gravidade dos ferimentos.

A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida foi acionada ainda na quarta-feira e deu início nas investigações. No entanto, ninguém foi preso pelo homicídio do fisioterapeuta até esta quinta-feira.

Em uma rede social, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 18ª Região (Crefito), divulgou nota de pesar pela morte de Jorge.

O Crefito disse confia nas autoridades policiais e que o crime vai ser esclarecido.

Fisioterapeuta morre após ser golpeado com faca no peito no campo de futebol Abobrão, Porto Velho — Foto: Facebook/divulgação
Fisioterapeuta morre após ser golpeado com faca no peito no campo de futebol Abobrão, Porto Velho

Fonte: Rede Amazônica

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Prefeitura de Porto Velho publica decreto que flexibiliza o uso de máscaras em locais abertos

Com o decreto, fica facultativo o uso de máscaras em ambientes abertos.

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, assinou o Decreto 17.710 de 3 de novembro de 2021, que estabelece orientações quanto à flexibilização do uso de máscaras pelos moradores da capital. De acordo com o documento, fica facultativo o uso de máscaras em ambientes abertos. A medida começa a valer nesta quinta-feira (4), data de publicação no Diário Oficial do Município.

Segundo o prefeito, o município poderá optar pela revogação do decreto em caso de recuo nas fases de enfrentamento à pandemia da covid-19. “Em caso de piora do cenário epidemiológico, o município poderá decidir pelo uso obrigatório da máscara mesmo em ambientes abertos”, afirma.

Atualmente, o município encontra-se na Fase Verde do Plano Municipal de Enfrentamento à covid-19.

Uma das motivações para a decisão é que Porto Velho já atingiu a marca de ao menos 50% da população vacinada com a segunda dose ou dose única dos imunizantes disponibilizados dentro do Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde.

Fonte: Comdecom

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Bolsonaro depõe à PF, em Brasília, e fala em vazamentos da corporação

Chefe do Executivo prestou depoimento em Brasília no inquérito que apura interferência na Polícia Federal

O presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Federal, em Brasília, na noite de quarta-feira (3). O chefe do Executivo foi ouvido por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo tribunal Federal), no âmbito do inquérito que investiga se ele interferiu na corporação.

O presidente respondeu todas as perguntas feitas pela PF. Ele disse que indicou pessoalmente, ao ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, o nome de Alexandre Ramagem para diretor-geral da corporação.

De acordo com Bolsonaro, ele recomendou a troca no comando da PF por suspeitar de vazamentos para veículos de imprensa de informações sigilosas de investigações em andamento. O inquérito foi aberto após declarações do ex-ministro Sérgio Moro. Ele alegou que Bolsonaro teria tentado interferir nos trabalhos da corporação.

Moro citou uma reunião ocorrida no Palácio do Planalto, em 22 de abril do ano passado. Na ocasião, o que teria chamado a atenção de Moro teria sido a afirmação “vou interferir”, dita pelo presidente. No depoimento, Bolsonaro alegou que em nenhum momento citou interferência nos trabalhos de investigação.

Sobre a frase, o chefe do Executivo disse que estava tratando da sua segurança pessoal e de sua família. O teor da oitiva está com o ministro Alexandre de Moraes. A partir de agora, Moraes pode tomar as decisões finais sobre o caso. O depoimento do presidente era a última diligência prevista.

Questionado sobre declarações sobre possível interferência na PF do Rio de Janeiro, Bolsonaro disse que tinha preocupações com a integridade de sua família, especialmente com o filho Carlos Bolsonaro, que é vereador no estado.

O chefe do Executivo afirmou ainda que sugeriu a Moro a troca de superintendente no Rio, pois avaliava que, “talvez”, o delegado Ricardo Saad não teria autonomia suficiente para tomar decisões necessárias. Bolsonaro disse que considera o Rio um estado complicado, que necessitava de maior atenção.

Fonte; R7

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Austrália é ‘irresponsável’ no conflito entre França e AUKUS e deve ‘corrigir seus erros’, diz China

O chanceler da França, Jean-Yves Le Drian, criticou a decisão australiana de rescindiu o contrato

A Austrália entrou na AUKUS por motivos egoístas e ignora seus compromissos internacionais, tal abordagem é extremamente irresponsável, afirmou na quinta-feira (4) o representante oficial da chancelaria chinesa.

Recentemente, o jornal The Sydney Morning Herald citou três jornais australianos que divulgaram um e-mail do presidente francês Emmanuel Macron ao primeiro-ministro australiano Scott Morrison, enviado dois dias antes de Camberra ter posto fim ao acordo que previa entregas de submarinos convencionais da França.

Ao comentar o vazamento de correspondência pessoal entre os líderes dos dois países, o embaixador da França na Austrália, Jean-Pierre Thebault, classificou-o como um caso sem precedentes em termos de manutenção do sigilo, bem como no plano da confiança.

Por sua vez, o representante da chancelaria chinesa, Wang Wenbin, comentou a nova aliança.

“Prestamos atenção aos relatos referidos. A cooperação entre os EUA, o Reino Unido e a Austrália no âmbito da criação de submarinos nucleares não é apenas um conflito diplomático entre vários países, mas também um problema grave, que gera riscos de proliferação de armas nucleares, um golpe na paz e estabilidade regionais”, declarou Wang Wenbin.

O diplomata notou que “o governo da Austrália, ao visar seu próprio benefício, ignora os compromissos internacionais em termos de não proliferação de armas nucleares, bem como ignora as preocupações sérias dos países da região e da comunidade internacional. Tal abordagem é extremamente irresponsável”.

“O governo australiano deve corrigir seus erros, deixar a mentalidade de Guerra Fria, cumprir conscientemente seus compromissos internacionais de não proliferação e proteger adequadamente a paz e a estabilidade regionais”, adicionou.

Em meados de setembro, a Austrália fechou um acordo com o Reino Unido e os EUA no quadro da nova parceria AUKUS e anunciou a rescisão do contrato de submarinos com a empresa francesa Naval Group, no valor de 56 bilhões de euros (R$ 359 bilhões). O contrato previa a construção de 12 submarinos de combate da classe Barracuda. O chanceler da França, Jean-Yves Le Drian, criticou a decisão australiana de rescindir o contrato, dizendo que “isso é de verdade uma facada nas costas”.

Fonte: Sputnik

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O memorável encontro de Bolsonaro na Itália que a imprensa preferiu “não mostrar” (veja o vídeo)

O STF determinou a extradição de Battisti, mas nada fez quando Lula desobedeceu a ordem de deporta-lo.

Você não verá essa notícia nos veículos tradicionais da imprensa brasileira, mas o fato é que Bolsonaro se encontrou com Alberto Torregiani, um homem que teve seu pai assassinado pelo homicida Cesare Battisti. Aquele mesmo, o notorio criminoso que viveu 14 anos em liberdade no Brasil graças ao apoio do PT.

Além do pai, Alberto também foi atingido no assalto à joalheria da família e ficou paraplégico.

Isso mesmo, o assalto que Battisti comandou matou o pai (que nada tinha a ver com política) e deixou o filho numa cadeira de rodas. O STF determinou a extradição de Battisti, mas nada fez quando Lula desobedeceu a ordem de deporta-lo.

Pior que isso, só a atitude da imprensa brasileira que sequer noticiou esse encontro, porque não achou uma forma de colocar como ‘ponto negativo’ para Bolsonaro.

É a regra da imprensa brasileira (Folha SP, Globo, Uol, Estadão, Band): se não for negativo para o presidente, não se divulga. Independente da importância do fato.

Como não sofremos da “amnésia seletiva” que ataca a grande imprensa brasileira, vamos refrescar a memória de nossos colegas com os crimes do serial killer Cesari Battisti, que boa parte da mídia chamava apenas de ‘preso político’:

1978, assassinato a sangue frio do Marechal da Polícia Penitenciária Italiana, Andrea Santoro de 52 anos.

1979: Latrocínio ao joalheiro Pierlugi Torregiani e que deixou seu filho Alexandro paraplégico. O homicídio foi uma represália pelo joalheiro ter matado um ladrão dias antes que havia tentado assaltar a sua joalheria.

1979: Pelo menor motivo – reagir a um assalto – Battisti assassinou, dias depois, um humilde açougueiro Lino Sabbadin.

1979: Em 19 de abril Battisti se aproximou sorrateiramente do policial Andrea Campana e disparou a queima-roupa na cabeça do agente no centro de Milão.

Foi para esse homicida que Lula e o PT concederam “asilo político” e a grande imprensa brasileira não deu um pio!

Confira:

Por Eduardo Negrão*

*Negrão é consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

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Tecnologia 5G vai a leilão hoje; entenda os impactos

Meta do governo é que 100% das escolas públicas sejam conectadas

Após anos de pesquisa, articulação e negociação, está marcado para hoje (4) o leilão das frequências que serão usadas na quinta geração de internet móvel, o 5G. Considerado um grande marco tecnológico, o padrão viabiliza inovações dignas de ficção científica: carros autodirigíveis, procedimentos médicos a distância, automação completa de linhas de produção, vigilância e monitoramento de todo o tráfego urbano, além de entretenimento em altíssima qualidade e conectividade semelhante à encontrada em países desenvolvidos.

Mas, segundo o Ministério das Comunicações, as inovações do 5G não são apenas melhorias de serviços para uma parcela limitada da sociedade. De acordo com os termos do certame, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 25 de agosto, o leilão do 5G será responsável também pela ampliação da internet móvel de quarta geração (4G) para localidades que ainda não contam com essa tecnologia, ampliando assim a base total de usuários brasileiros.

“Podemos dizer sem medo de errar que a chegada do 5G vai levar o país para outro patamar de inclusão digital”, destacou  o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, em entrevista para a Agência Brasil. “Vamos cobrir todas as rodovias federais com pelo menos conectividade 4G, além de banda larga móvel para quase 10 mil localidades rurais, com a expansão do serviço para escolas e centros de saúde. Nossa meta para o ano que vem, e já temos condições, é de levar internet para 100% das escolas públicas do país”, acrescentou o secretário.

Benefícios do 5G:


Sobre o mercado e os preços que deverão ser praticados com a chegada da nova tecnologia, Coimbra afirmou que há uma tendência ao avanço tecnológico com a manutenção de preços, e que a adoção do padrão 5G não será elitizada. “Na prática, haverá uma melhora na dinâmica do custo-benefício. Em telecomunicações, há um fenômeno conhecido de avanço tecnológico sem necessariamente reajuste de preços”, explicou.

Artur Coimbra informou que existe também, dentro do governo, uma preocupação sobre a escassez de semicondutores que assola o mundo. Segundo o secretário, o Ministério das Comunicações já elaborou algumas alternativas para reforçar e atrair a produção de eletroeletrônicos, como tablets e celulares compatíveis com o novo padrão 5G, para solo nacional.

Estrutura e inclusão

Segundo o Ministério das Comunicações, a chegada do 5G eliminará um dos grandes empecilhos na universalização do acesso digital: a infraestrutura. A pasta informou que o leilão do 5G – de caráter não arrecadatório para o governo – terá grande parte do dinheiro da concessão revertida para ações de avanço no setor.

De acordo com Artur Coimbra, as metas futuras do Ministério das Comunicações após o leilão do 5G serão de caráter social, com o objetivo de traçar os perfis de brasileiros que ainda não estão incluídos na revolução digital, mesmo após chegar à meta de 100% do território conectado. 

“Estamos muito perto de eliminar a necessidade de infraestrutura para levar inclusão digital. Agora, vamos focar no uso do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações [Fust], que vai permitir cobertura para todo o agro, para resolver as questões que ainda limitam o acesso à internet pelas pessoas.”

Os termos do leilão do 5G preveem a obrigação de cobertura das 26 capitais e do Distrito Federal até julho de 2022. O serviço deverá cobrir todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes até 2028, enquanto o serviço de 4G deverá cobrir todo o território nacional.

O leilão do 5G está marcado para começar às 10h, no auditório do Espaço Cultural Renato Guerreiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília. A abertura do leilão será feita pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, pelo presidente da Anatel, Leonardo de Morais, e por conselheiros da agência. Está prevista a presença do presidente Jair Bolsonaro na solenidade. 

Fonte: Agência Brasil

CN

IBGE começa teste nacional para o Censo 2022

Censo do ano que vem trará mais inovações tecnológicas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará, de hoje (4) até meados de dezembro, o primeiro teste nacional do Censo 2022. Foram escolhidos municípios, bairros, distritos ou comunidades nas 27 unidades da Federação, que serão percorridos por cerca de 250 recenseadores.

Os testes incluem todas as etapas do Censo, desde os sistemas e equipamentos de coleta até o treinamento dos recenseadores, além da pesquisa sobre as características do entorno dos domicílios e o modelo misto de entrevistas (presencial, pela internet ou por telefone).

Segundo o órgão, como ocorre em todas as pesquisas do IBGE, as informações prestadas aos recenseadores são confidenciais e o sigilo é garantido por lei. O Censo 2022 visitará todos os domicílios do país a partir de junho do ano que vem.

Quilombolas e indígenas

A previsão é que, a partir de 25 deste mês, os testes do Censo 2022 cheguem às terras indígenas e aos territórios quilombolas. No Rio de Janeiro, essas visitas ocorrerão em Angra dos Reis e Paraty, onde serão testados protocolos sanitários de segurança, normas de abordagem e o questionário específico para essas populações.

Os recenseadores vão trabalhar uniformizados, com boné, colete e bolsa azuis com a logomarca do IBGE. No colete há também o crachá de identificação, com a foto e os números de matrícula e identidade do entrevistador. Eles vão utilizar um Dispositivo Móvel de Coleta (DMC) de cor azul, semelhante a um smartphone. Os moradores podem verificar a identidade de todos os entrevistadores do IBGE por meio do site respondendo.ibge.gov.br ou do telefone 0800 721 8181.

Inovações tecnológicas

Segundo o IBGE, a operação censitária de 2022 será totalmente informatizada. Além dos novos dispositivos móveis para a coleta (DMC) de dados, bem mais modernos que os de 2010, o IBGE passou a utilizar “nuvens” na internet, para o suporte de comunicações e tráfego de dados, e novos Data Centers com alto desempenho.

Além disso, serão utilizados formulários na web para que os moradores respondam ao Censo pela internet, se desejarem, bem como uma central de atendimento por telefone para apoiar toda a operação, com capacidade para atender os moradores que optarem por entrevistas telefônicas.

“Toda a comunicação digital do Censo 2022 contará com links de acesso protegidos contra possíveis ataques de negação de serviço (DoS Attacks), utilizando fibra ótica com redundância entre os Data Centers. Na coleta e supervisão, temos uma infraestrutura com minimodem 3G/4G, antenas de satélite (VSAT em banda KA e BGAN) e conexões banda larga fixa com a internet (ADSL, Fibra, Cable Modem etc.)”, informou o IBGE.

Os arquivos digitais que serão embarcados nos DMCs fornecem aos recenseadores as principais informações sobre os setores censitários que serão visitados. Esses arquivos estão armazenados na nuvem privada do IBGE e, também, em nuvem pública.

No Censo Demográfico 2022, o IBGE fará todo o processo de contratação de funcionários temporários de forma digital, eliminando o uso do papel.

O projeto do Censo Demográfico é composto por um conjunto de sistemas informatizados, como: sistema de gerenciamento da coleta de dados em campo, sistema de supervisão e acompanhamento gerencial, sistema de gestão administrativa e pagamento, entre outros.

Segundo o instituto, por trás disso tudo há uma infraestrutura de tecnologia da informação robusta, com dispositivos móveis de coleta de última geração, possibilitando que a operação seja totalmente digital, bem gerenciada e segura, produzindo dados de qualidade em um tempo cada vez menor.

O IBGE destacou que obedece ao normativo legal do sigilo estatístico, estabelecido pela Lei nº 5.534 de 14 de novembro de 1968, e pela Lei Geral de Proteção de Dados nº 13.853, de 8 de julho de 2019.

Somado a esse arcabouço legal, o IBGE acrescentou que tem uma Política de Segurança da Informação e Comunicações, e todos os procedimentos a serem adotados na infraestrutura envolvida no Censo Demográfico 2022 estão de acordo com essa política, considerando os atributos clássicos de confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade.

Novidades do Censo 2022 em relação a 2010

– Gerenciamento digital dos resultados da coleta de dados em tempo real, permitindo correções de
eventuais erros operacionais.

– Gerenciamento digital, em tempo real, dos deslocamentos dos recenseadores em todo território nacional.
– Digitalização de todo o processo de contratação e gerenciamento dos servidores temporários, eliminando
o uso do papel.

– Armazenamento em nuvem privada e pública dos arquivos digitais, agilizando a rotina diária dos mais de 180 mil recenseadores, que envolve o download das informações dos setores censitários e o upload dos questionários respondidos.

– Dispositivos Móveis de Coleta (DMC) de última geração, com minimodem 3G/4G e aplicativos
atualizados, que se conectam à rede de comunicação do IBGE e possibilitam a transmissão dos dados coletados de forma criptografada e segura.

– Proteção contra possíveis ataques de negação de serviço (DoS Attacks), utilizando fibra ótica com redundância para toda a comunicação entre os Data Centers.

– Novo cluster de banco de dados de alta performance, para organização, análise, compartilhamento e monitoramento das operações. Maior velocidade de processamento das aplicações hospedadas no Data Center, permitindo a utilização de soluções mais estáveis, seguras e com mais desempenho.

– Aumento da capacidade de conexão do IBGE com os recenseadores, por meio de antenas de satélite (VSAT em banda KA e BGAN) e conexões banda larga fixa com a Internet (ADSL, Fibra, Cable Modem etc.) disponível nos DMCs e Data Centers do Instituto, diminuindo o risco de sobrecargas.

Por Ana Cristina Campos

CN