O memorável encontro de Bolsonaro na Itália que a imprensa preferiu “não mostrar” (veja o vídeo)

O memorável encontro de Bolsonaro na Itália que a imprensa preferiu “não mostrar” (veja o vídeo)

O STF determinou a extradição de Battisti, mas nada fez quando Lula desobedeceu a ordem de deporta-lo.

Você não verá essa notícia nos veículos tradicionais da imprensa brasileira, mas o fato é que Bolsonaro se encontrou com Alberto Torregiani, um homem que teve seu pai assassinado pelo homicida Cesare Battisti. Aquele mesmo, o notorio criminoso que viveu 14 anos em liberdade no Brasil graças ao apoio do PT.

Além do pai, Alberto também foi atingido no assalto à joalheria da família e ficou paraplégico.

Isso mesmo, o assalto que Battisti comandou matou o pai (que nada tinha a ver com política) e deixou o filho numa cadeira de rodas. O STF determinou a extradição de Battisti, mas nada fez quando Lula desobedeceu a ordem de deporta-lo.

Pior que isso, só a atitude da imprensa brasileira que sequer noticiou esse encontro, porque não achou uma forma de colocar como ‘ponto negativo’ para Bolsonaro.

É a regra da imprensa brasileira (Folha SP, Globo, Uol, Estadão, Band): se não for negativo para o presidente, não se divulga. Independente da importância do fato.

Como não sofremos da “amnésia seletiva” que ataca a grande imprensa brasileira, vamos refrescar a memória de nossos colegas com os crimes do serial killer Cesari Battisti, que boa parte da mídia chamava apenas de ‘preso político’:

1978, assassinato a sangue frio do Marechal da Polícia Penitenciária Italiana, Andrea Santoro de 52 anos.

1979: Latrocínio ao joalheiro Pierlugi Torregiani e que deixou seu filho Alexandro paraplégico. O homicídio foi uma represália pelo joalheiro ter matado um ladrão dias antes que havia tentado assaltar a sua joalheria.

1979: Pelo menor motivo – reagir a um assalto – Battisti assassinou, dias depois, um humilde açougueiro Lino Sabbadin.

1979: Em 19 de abril Battisti se aproximou sorrateiramente do policial Andrea Campana e disparou a queima-roupa na cabeça do agente no centro de Milão.

Foi para esse homicida que Lula e o PT concederam “asilo político” e a grande imprensa brasileira não deu um pio!

Confira:

Por Eduardo Negrão*

*Negrão é consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

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