estamos observando agressão do terrorismo internacional no Cazaquistão

estamos observando agressão do terrorismo internacional no Cazaquistão

Foram usadas tecnologias de Maidan durante os protestos no Cazaquistão, disse Putin

Nesta segunda-feira (10), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou estar observando uma agressão do terrorismo internacional no Cazaquistão, sublinhando que os combatentes foram treinados em “pontos quentes”, ou seja, em situações de guerra.

Putin ainda afirmou que todos entendem que os acontecimentos no Cazaquistão não foram uma ação espontânea ligada ao aumento dos preços do combustível.

Segundo Putin, foram usadas tecnologias de Maidan durante os protestos no Cazaquistão.

“Nos eventos foram ativamente empregues tecnologias de Maidan – elementos de apoio informacional aos protestos. Foram usados grupos de combatentes bem organizados e rigorosamente controlados, tal como o presidente Tokaev falou mesmo agora, inclusive aqueles que aparentemente foram treinados em campos terroristas no exterior”, afirmou Putin.

Os ataques no Cazaquistão são um ato de agressão, e que era preciso reagir sem demora, disse.

As forças de paz da CSTO fizeram frente ao terrorismo internacional e permanecerão no Cazaquistão quanto tempo for necessário, afirmou.

O trabalho minucioso da CSTO para criar um sistema de segurança está dando resultados. Os militares da CSTO treinam com base em programas comuns, com armas compatíveis.

Para o presidente russo, os eventos no Cazaquistão não são a primeira, nem a última tentativa de intervenção estrangeira.

Determinadas forças nem escondiam que procuravam mercenários e combatentes através das redes sociais para desestabilizar a situação no Cazaquistão.

“Tenho a certeza de que, com esforços conjuntos, logo a situação em todo o país estará definitivamente sob controle e estabilizada, e que a paz e tranquilidade retornarão finalmente ao Cazaquistão”, afirmou Putin.

A manutenção das forças de paz da CSTO no Cazaquistão está de acordo com o artigo 4 do tratado de 1992, ressaltou Putin.

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