A sete dias de ‘abandonar’ o governo de SP, Doria arruma desavença até com a Polícia Civil

A sete dias de ‘abandonar’ o governo de SP, Doria arruma desavença até com a Polícia Civil


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Nenhum governador paulista precisou de um esquema de segurança tão reforçado.

Já vai tarde!

Esse será o pensamento dos 25.700 policiais civis paulistas quando Doria deixar o cargo de governador no próximo dia 02 de abril.

O mandatário paulista deixa o cargo e algumas constatações estapafúrdias podem ser feitas:

Nunca um governador mostrou tanto desinteresse pelo cargo. Nenhum governador atraiu tanta rejeição em tão pouco tempo. Nunca um governador viajou tão poucas vezes ao interior do estado. Jamais um governador mostrou tamanho desdém pelos prefeitos do interior, em especial os prefeitos de cidades com menos de 100 mil habitantes. Nenhum governador paulista precisou de um esquema de segurança tão reforçado.

Provando mais uma vez seu desrespeito pelas forças de segurança do estado, Doria contrariou a declaração da Polícia Civil sobre a tese de que o esvaziamento da Cracolândia, no centro de São Paulo, teria sido motivada por ordem dos traficantes locais. 

“A inteligência da polícia não atesta e não confirma essa informação. O que há é um movimento dado ao combate feito pela Guarda Civil Metropolitana da Prefeitura de São Paulo e também pela Polícia Civil e pela Polícia Militar”, disse o tucano, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (23). 

Usuários de droga saíram da região da rua Helvétia e migraram para outras vias do centro, concentrando-se, principalmente, na Praça Princesa Isabel. 

A informação havia sido confirmada oficialmente pelo delegado da Polícia Civil, Roberto Monteiro, e por fontes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) ao site G1. Segundo Monteiro, a “mudança do fluxo foi ordem de uma facção criminosa”. 

O delegado se refere ao PCC – Primeiro Comando da Capital.

“Nós tivemos uma notícia de que o fluxo, por ordem de uma facção criminosa, um líder, se mudou para outros locais, não só para a Praça Princesa Isabel. Nós já temos um trabalho sendo realizado de inteligência ali naquele local, como também para outros pontos, como já estava ocorrendo diante da nossa repressão ao tráfico de drogas”, afirmou o delegado.

Por Eduardo Negrão*

*Eduardo é Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

CN
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