Revelação sórdida envolvendo filho de Biden vem à tona e o preço a ser pago é altíssimo

Revelação sórdida envolvendo filho de Biden vem à tona e o preço a ser pago é altíssimo

A história criada com o aval de Hillary Clinton afirmando que Donald Trump teria vencido as eleições com ajuda da Rússia.

Vale uma introdução, uma das razões para essa guerra – entre Rússia e Ucrânia – foi uma fake news fortemente bancada pelo Partido Democrata desde 2016. A história criada com o aval de Hillary Clinton (ex-senadora e esposa de um ex-presidente americano) afirmava que Donald Trump teria vencido as eleições com ajuda da Rússia.

Claro que era mentira.

Pressionado pela verdade, o grupo de Joe Biden foi aumentando a aposta, com apoio da velha imprensa americana, envolvendo espiões, lobistas e até chantagem a um general chantageado. Culminando na questionada eleição de Joe Biden no final de 2020.

Uma vez na presidência, para manter a narrativa, e também para omitir as relações espúrias de seu filho, Hunter Biden, com empresas ucranianas, o presidente americano ‘teve que declarar’ a Rússia como nação inimiga dos EUA. Eis o resultado:

As sanções econômicas impostas à Rússia têm efeito boomerang no dólar americano, à medida que questões sobre a lógica por trás do sistema financeiro existente se espalham por toda parte.

A Rússia e a Índia deram um pequeno, mas importante passo em direção ao financiamento e investimento comercial ‘não-dólar’ em 25 de março, quando o Reserve Bank of India permitiu que a Rússia investisse o produto de suas vendas de armas para a Índia em títulos corporativos em moeda local.

A conta da Rússia no banco central da Índia é pequena, com um saldo declarado de US$ 262 milhões, mas as vantagens prospectivas para ambos os países são enormes: a Índia pagará por um de seus itens de importação mais importantes, a saber, armas russas, em moeda local, e a Rússia investirá os recursos em um mercado financeiro livre de sanções.

Outro golpe foi a decisão da Arábia Saudita de aceitar pagamentos em yuan, moeda chinesa – excluindo o dólar (anteriormente obrigatório) das suas bilionárias relações comerciais com a China. A Rússia também pressiona a Alemanha para pagar o fornecimento de gás russo em rublos.

Resumindo, a esquerda americana, hoje no poder, descobre que as narrativas não resistem à bigorna da realidade.

Por Eduardo Negrão*

*Eduardo é Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

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